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14 de fevereiro de 2012

Baú das memórias #6 - Elton Jonh, Sacrifice

Perdi a conta às vezes que ouvi esta música quando era mais pequena. Era uma das minhas favoritas na cassete do casamento da minha tia, que vi vezes sem conta (facto pelo qual serei gozada para o resto da minha vida). Eu não queria saber do casamento em si, eu gostava era de ouvir as músicas e de me ver a mim própria como uma pirralha de cerca de três anos (acho eu, senão era lá perto). Recordo-me que esta música vinha logo no início. Ainda hoje me fascina, não sei bem precisar porquê. Só sei que hoje me deu para a ouvir de novo, talvez motivada por um estado de espírito menos límpido e mais dado a nostalgia que o costume. 

Some things look better, baby
Just passing through

2 de fevereiro de 2012

31 de outubro de 2011

Baú das memórias #4 - Titanic (Southampton)



Quem é que não viu o TITANIC? Pois, eu vi tinha 8 anos e chorei logo ao início quando na cassete mostram os destroços do navio, com coisas quase intactas (sim, eu era uma menina muito sensível e cada vez estou pior, garanto-vos). Esta é a minha música preferida do filme. Experimentem ouvir isto a um volume passível de fazer inimigos mortais no prédio e vão ver se não ficam com a alma renovada!

P.S.- Descobri uma interpretação que não podem deixar de ouvir, mas os filhos da mãe não deixam incorporar, portanto, é favor clicar! http://youtu.be/q4F_xKDseA8
(para além do mais, aquela meinha branca tem um je ne sais quoi...)

14 de outubro de 2011

Baú das Memórias #3



Já tem uns aninhos, mas lembra-me de alguns momentos. Momentos algo semelhantes aos que vivo agora. Na altura foi uma ajuda. Hoje voltei a ouvi-la por acaso e relembrei-me "F*ck, eu já fiz isto antes". E se com 16 anos eu consegui, embora as circunstâncias sejam totalmente diferentes, com 21 também hei de fazer o mesmo. Do baú, como se fosse um ciclo vicioso, ainda saem umas coisas que se podem usar perfeitamente nos dias de hoje.

26 de março de 2011

Baú das Memórias #2 - Baywatch

Na altura eu adorava isto porque quando crescesse, queria ser bonita como as raparigas da série, porque gostava de ver a praia, porque achava piada aos salvamentos, ao aparato dos barcos e das motas de água. Uns anos mais tarde comecei a perceber porque é que a minha irmã, 9 anos mais velha que eu, também gostava de ver. Os episódios eram toda uma montra de homens giros que passavam 90% do tempo de calções e em tronco-nú (estava lá mais alguém? Who cares??). Tenho de agradecer à Baywatch. Foi com esta série que as minhas hormonas fizeram o meu ritual de iniciação cerebral para o mundo XY. Comecei bem até, right? (David Chokachi arr***baba***Michael Bergin***babaaa***David Charvet... é-melhor-parar-que-ainda-tenho-um-colapso)


Hoje vejo aquilo pelos mesmos motivos. É que realmente se não tiver gente gira, a série é a coisinha mais sem-sal que os anos 90 produziram!

Ainda assim, sempre adorei a música de início!