18 de agosto de 2012

Modernices que o tempo da Maria Caxuxa não permitia

Conhecer família pelo Facebook. Eu, que tenho uma família bem alargada, não conheço nem um quinto. Só em primos e primas dos meus pais, dava para encher o Coliseu dos Recreios!

O tipo de coisas que me fazem rir


(E que me fazem ver a série, que o rapaz não é nada que se deite fora!)

1 de agosto de 2012

Ao que chegámos, senhores, ao que chegámos!

Eu juro que ia tendo um ataque cardíaco quando vi isto. Mas não têm mais onde espatifar o dinheiro do que em filmes ranhosos com actores que não têm nada mais do que dois palminhos de cara e um corpinho bem feito, numa intriga do mais sensaborona e artificial possível e que só serve para promover os jovens imberbes para uma carreira de estrelato brejeiro? Já não basta a novela, ainda temos de levar com o filme? Daqui a nada também fazem um filme do Preço Certo. Isto é um insulto à inteligência das pessoas. Já quanto às carteiras, deve ser uma espécie de private joke entre elas...

Lazy days

Em que não se faz absolutamente nada. Acordar tarde e más horas, almoçar e caminho da piscina. Há vidas difíceis...

30 de julho de 2012

Não tenho sorte nenhuma, mas não custa tentar... sorteio no blog da Melhor Amiga da Barbie!

Selo atrasado


A Roxanne passou-me este selo há qualquer coisa como 500 anos atrás, mas só agora tive tempo de fazer as honras! 



Este selo é o selo oficial do blog Wanna Be Happy e é muito simples. Só têm de responder a umas perguntas e passar a 8 pessoas\bloggers.

1. Qual é a tua música ou banda favorita? "I'm Walking on Sunshine", da Katrina and the Waves. Bem sei que haverão músicas melhores, mas esta tem o poder único de me por um sorriso na cara em dias menos fáceis!
2. Qual é a tua comida favorita? Caril de camarão... agora que penso nisso, a minha mãe prometeu-me que fazia há uma semana atrás e ainda não cheirei nada. Tenho de ir cobrar!
3. Tens irmãos? Tenho uma irmã nove anos mais velha.
4. Quem é\são os teus ídolos? Ídolos mesmo, não tenho. Tenho pessoas que admiro pelos mais diversos motivos, e são pessoas tão simples como família e amigos.
5. O que achas do blog Wanna be Happy? Não acho nada... foi removido antes de ter oportunidade de o ir cuscar! :/

Passar a 8 pessoas/bloggers: Não tenho paciência para esta parte, desculpem. Levai, levai, meus queridos seguidores!!!

6 de julho de 2012

Coisas que me fazem comichão #3 ou "As barbaridades que eu leio por essa blogosfera fora"

Acabei de ver num comentário anónimo a um blog que se deve usar sempre o preservativo, não só "por esses vírus que andam por aí" (o que devia querer dizer era evitar "Doenças Sexualmente Transmissíveis", que o anónimo desconhece que podem ser causadas por outros agentes que não vírus, como as bactérias, essas coisinhas altamente desconhecidas para a espécie humana que se entope de antibióticos...) porque se "trata de uma questão de higiene". Humm... higiene??? Que me digam que é usado para evitar concepção indesejada, que é para evitar a tal transmissão de DSTs... agora, por uma questão de higiene? Mas esta gente anda sem tomar banho quanto tempo, para o preservativo se tornar "higiénico"???  Alguém que faça o favor de me explicar, pelo amor da santa. Vivi na ignorância até hoje.

3 de julho de 2012

Coisas que me fazem comichão #2

Pessoas que querem muito armar-se em inteligentes a escrever coisas "giras" numa língua que não dominam. Eu sei que o inglês é uma língua bonita, eu sei, eu também gosto muito dela. Mas gente, vocês têm uma língua-mãe para utilizar, não precisam de assassinar a dos outros países. Ou pelo menos espetem com as coisas no google tradutor antes de fazerem este tipo de borrada, poupava-vos este tipo de vergonhas e a parede agradecia. Chateia-me esta malta wannabe. 

P.S.: como ninguém tem obrigação de perceber muito de inglês, o que me chateia na imagem é que a palavra "people" é a 3ª pessoa do plural, portanto, "People change", sem S... afinal iam colar aquilo numa parede, confirmar deve ser para os fracos.

2 de julho de 2012

29 de junho de 2012

Jardineira que espera, sempre alcança

Quando vim morar para esta casa, há já 12 anos, achei que a varanda precisava de um pouco de cor. Numa ida ao viveiro de plantas com a minha mãe, lá a consegui convencer a levar 3 cactos de tamanho absolutamente minúsculo e plantar num vasinho (que já não é o mesmo), tentando despertar a jardineira que há em mim. Bem, suponho que seja a Bela Adormecida, porque até agora ainda não acordou, mas adiante. No viveiro, os cactos mini-fralda estavam fenomenais: pequeninos, verdinhos e com flores que desafiavam as leis da gravidade de tão grandes que eram. E coloridas, já disse? Eis que vieram cá para casa e o tempo tratou de lhes retirar as flores. E durante 11 anos, nunca mais floriram. Cresceram, serviram de sistema "gatekeeping" para o cão da vizinha do lado não vir plantar cagalhotos na minha sala (entrando através da varanda, que tem comunicação), para a minha mãe se picar 25908927 vezes quando se armava em jardineira experiente, um deles secou, outro ficou parecido com o órgão reprodutor masculino (de grande qualidade, if you know what I mean) e foram finalmente expulsos para o quintal quando o bisbilhoteiro do meu sobrinho lá foi arrear o dedo e abriu o berreiro. Pensei que nunca mais os visse bonitos, como quando os fui buscar. Lá deviam estar entupidos de hormonas, temperatura e humidade controladas e retetéu, cá em casa levavam com sol o dia inteiro e água quando alguém se lembrava (quando esse alguém era eu, ficavam em perigo de morrer afogados, segundo a minha mãe me dizia sempre). Qual não é a minha surpresa quando, num intervalo de estudo, vejo do cimo da minha varanda dois pontos amarelos no quintal que não estavam lá ontem. 12 anos depois, sem qualquer esperança da minha parte, desabrocharam duas flores amarelonas (na foto não se vê tão bem a cor, infelizmente) e está pelo menos mais uma para vir. Não resisto a fazer um paralelismo com os acontecimentos na minha família. Durante estes 12 anos, houve mais espinhos que flores. Espero que esta nova decoração do meu quintal seja um bom auspício do que está para vir :)

23 de junho de 2012

Dúvidas que me assolam a mente

Se um dos componentes do Sistema Nervoso Autónomo é o Sistema Nervoso Simpático, porque é que o outro não é o Sistema Nervoso Antipático?

19 de junho de 2012

Adoro aquelas pessoas inacreditavelmente irritantes...

a quem tu mandaste um convite de uma aplicação no facebook para ganhar qualquer coisa, eles não aceitam. Passado uns dias recebes exactamente o mesmo convite, mas agora da parte deles. Ora enfiem o convite no orifício que mais lhes convier, os ignóbeis.

16 de junho de 2012

Andando para trás

Entrei na Baixa/Chiado e sentei-me de costas. Odeio ir de costas, porra. Não gosto de ver nada a andar para trás. No meio do meu mau humor acabo por reparar numa rapariga, aí de uns 19 anos talvez, que estava junto à porta. Era muito branca, loira, bonitinha. Um olhar mais atento revela-me que tem o nariz vermelho e que está com os olhos algo inchados. Também tentava disfarçar algumas fungadelas entre o ruído incessante da carruagem. Estava obviamente a tentar controlar um choro que já a tinha assolado uns minutos antes. Olhei para ela e perdi-me a pensar no que a poderia ter colocado naquele estado. Homens, gritou o meu cérebro. São normalmente a causa de uma rapariga ficar assim. Têm o dom de nos fazer a cabeça em água, aumentando tanto a pressão intracraniana que ela escapa, qual rio salgado perto da foz, pelo local mais próximo que mais nos espelha alma. Percebi que ela estava sempre a apoiar a testa na porta da carruagem, enquanto ia mexendo os pés. Para mim, talvez sinal de algum arrependimento, nem que fosse ao nível "eu podia ter feito alguma coisa para isto não acontecer", ainda que, de facto, não pudesse. 

Claro que nunca saberei o motivo da tristeza profunda da rapariga. Não saberei se alguém na família estava doente ou se fez um exame e lhe correu mal, ou se efectivamente haveria algum cromossoma Y à mistura. A verdade é que ela saiu algumas estações depois, de cabeça baixa para evitar olhares perscrutadores e metediços como o meu. Compadeci-me com a tristeza dela, mesmo sem saber do que se trata. Todos nós já estivemos naquele estado, ainda que não fosse na carruagem do metro da linha azul. Todos nós já tivemos aquele momento em que só precisavamos que a vida andasse para trás.