8 de maio de 2012
Vou adorar a pessoa que me oferecer...
Um controlo remoto para apagar a luz do quarto. É que se há coisa que me irrita é ter de sair do quentinho da cama para ir carregar no interruptor!
3 de maio de 2012
Caracterizo o meu humor com base...
... na minha capacidade de ver formas nas nuvens. Se estiver de mau humor (ainda que eu própria não tenha reparado bem) não consigo vislumbrar nem um miserável coelhinho felpudo. Já quando estou de bom humor, o céu parece um sótão repleto de coisas e histórias para contar. Quando eu distingo e invento formas no céu, sei que o dia me vai correr bem :)
E sim, eu sei que sou estranha, não vale apontar isso nos comentários, sim?
E sim, eu sei que sou estranha, não vale apontar isso nos comentários, sim?
27 de abril de 2012
Aquele momento merdilhento em que...
Tocam à porta, entusiasmas-te porque é o teu pc novo que vem aí, vais para pagar a encomenda com multibanco (como te disseram para fazer), percebes que o senhor da transportadora não está autorizado a fazê-lo para aquela encomenda, ele liga para a sede, te responde que tem muita pena mas que não vai poder lá deixar-te o pc e que, não garantindo nada, voltava hoje ou segunda feira, e tu vês o teu tão aguardado pc a ir-se embora...
26 de abril de 2012
18 de abril de 2012
Decisions, decisions.
18h20. Está atrasado, agora deve ser moda. Tudo na minha vida vai estando algo atrasado, mas desta vez é mesmo o comboio. Boa, finalmente chegou, e a porta mais próxima está a... 10 metros de mim, e mesmo em frente a uma multidão que embala a estrutura azul enquanto se atropela para entrar, como se da sua vida se tratasse. Depois de tanta espremidela humana, acabo por conseguir entrar. Obviamente, zero lugares vagos. Ou melhor, até havia um, mas ninguém se atreveu a lá sentar-se, que o tipo que estava em frente devia ser aparentado da torre Eiffel, o que significava que qualquer um teria de ficar em posição fetal se quisesse lá alapar o rabo. Quando a sentença ao calor humano (the bad kind), à falta de oxigénio e à conversa alheia parecia certa, coloco-me estrategicamente nas escadas, fazendo uso dos saltos altos para ter acesso a ar respirável e a conseguir ocupar um volume confortável de espaço. "I'm freeeee to be whatever I, whatever I like and..." chega-me aos ouvidos, vindo de uns phones à minha frente. A princípio, irrito-me. Esta deve achar que não se ouve nada. Típico mau feitio meu. Refreio a vontade de lhe perguntar se sabe onde está o botão do volume e para que serve. Mudo a minha própria frequência. Fico com vontade de lhe perguntar se tem resto da discografia ou se é só mesmo aquela música, é que eu também gosto de Oasis. Ela, quase como se me pudesse ouvir os pensamentos, muda a música para algo irreconhecível. Foi nesse preciso momento, enquanto o rio me passava ruidosamente à frente, que decidi que eu própria não iria fazer uso do meu mp4. O calor humano, o ruído e as gargalhadas alheias, tudo era exterior a mim. Nada naquela viagem dependia de mim, nem se apanhava um lugar sentado, se o comboio parava a meio da linha, se a senhora que se sentou lá a frente ocupava dois lugares com massa gorda ou se alguém decidia mudar a música que ouvia. Ali, o meu poder recaía apenas sobre mim, sobre os meus pensamentos e sobre a sua inevitabilidade. Perdi-me neste mesmo pensamento. Os ruídos e as decisões dos outros, o calor que emanam dos corpos cansados, tudo conta a história de quem são. Tudo o que era exterior a mim estava ali, bem defronte aos meus olhos. Tinha uma posição privilegiada, a de observadora incauta. Sentia-me numa ilha, isolada do mundo, como se ninguém pudesse aplicar o mesmo processo de observação a mim mesma. Ali, nada dependia de mim. Relaxei, ouvindo e sentindo o mundo decidir por mim.
13 de abril de 2012
Balanço de uma sexta feira 13
- Um candeeiro partido
- Descobri, já deitadinha na marquesa, que a depilação que ia fazer afinal era de Luz Pulsada e não Laser
- Percebi que fui roubada nas minhas anteriores sessões noutra clínica, porque elas faziam-me aquilo em 20 minutos e não me doía quase nada (mas os efeitos também pouco se viam, daí ter mudado de sítio) e eu hoje apanhei uma seca de uma hora e meia e aquela porcaria afinal dói (talvez porque elas usavam potência 20 - segundo elas, altíssima! - e eu hoje descobri que isso é o que se usa para o rosto, e fiz com potencia 38 - diferença pouca...)
- Uma soneira descomunal
- Descobri que o gravador de CDs do meu portátil está avariado e só inutiliza CDs em vez de os gravar
- Um trabalho de Saúde Pública que não está minimamente feito
- Dois artigos em português lidos, um em inglês a desafiar as leis do Universo para que eu não faça curto-circuito com os dois últimos neurónios que me restam
- Uma soneira descomunal, já tinha dito??
Sexta feira 13, vai-te embora e nunca mais voltes. I beg you.
9 de abril de 2012
Aquele momento em que...
...Acabas um trabalho gigante que te sugou a vida durante as "férias" (conceito abstracto, para mim), vais toda lampeira ver o primeiro episódio da segunda temporada de Game of Thrones (porque tu mereces) que andou a gozar com a tua cara a semana inteira na pasta dos vídeos e te apercebes que... aquela porcaria está numa língua absolutamente incompreensível.
3 de abril de 2012
Diz que a minha cabeleireira me deve odiar...
... mas neste momento, quem lhe tem um pó desgraçado sou eu. "Quero manter o comprimento, porque quero deixar crescer o cabelo, portanto é só cortar mesmo as pontas" não significa "Cortar uns 4 dedos de comprimento e ficar a parecer um cão de água". Nunca mais a senhora verá a minha cor. Muito menos a do meu cartão multibanco.
25 de março de 2012
Ser Eu.
![]() |
| roubado daqui |
Sinto falta de Ser. De perder-me nas palavras sem me perder na razão. Entrar por caminhos desconhecidos, como se soubesse de antemão as coordenadas da saída mas as quisesse ignorar, só pelo gosto que me dava descobrir a saída pelo meu próprio pé. Sentir uma música como se fosse minha, sem perceber uma única sílaba do que é musicado. Caminhar pela beira da água na praia ao entardecer e não resistir à vontade de entrar dentro de água, ainda que o sol já mal se distinga por entre as montanhas. Comprar um bilhete de ida para uma qualquer cidade e só de lá regressar quando estiver a transbordar da sua essência. Aninhar-me nos meus próprios pensamentos e reconhecê-los como o meu melhor porto de abrigo. De sentir o calor de um sorriso amigo e saber que ele estará sempre lá (que sei). De ter sempre a melhor resposta para tudo, ainda que não saiba o que estou a dizer. De ser uma perfeita confusão... sem qualquer pretensão de o querer ser.
Afinal, já Sou.
Ou quase.
18 de março de 2012
Há um ano atrás...
Estava eu ainda a tentar acalmar toda uma pilha de nervos que vivia dentro de mim. Precisamente neste dia, há um ano atrás, tirei a carta!
12 de março de 2012
Pequenez de sonhos
Nunca fui de grandes sonhos, é verdade. Aliás, só há alguns anos é que me vejo a sonhar com alguma coisa que não seja simplesmente o fim das aulas e o início do Verão e dos dias (bem) passados a venerar o sol e tudo o que ele proporciona. Com o passar dos anos, paixões vão sendo descobertas, objectivos algo irreais conseguem invadir o meu pensamento e é disso que se formam os sonhos: daquilo que me parece algo impossível agora, mas que talvez um dia consiga realizar e que sei que me faria uma pessoa mais feliz e realizada. E para isso é preciso sonhar em grande. Não estou a falar em ser a nova Oprah Winfrey (também não exageremos!!!), mas em objectivos que sejam mais do que chegar viva ao fim do mês. Tudo isto para dizer que eu achava que toda a gente era como eu, que podia ser pobre no bolso, mas não pobre em sonhos, porque é pelo sonho que vamos, já dizia Sebastião da Gama (e eu já o citei aqui).
Eis que fui a uma reunião onde era pedido que um conjunto de pessoas partilhassem os seus sonhos. Estas mulheres tinham entre 35 e 45 anos, mais ou menos (eu nunca fui lá grande espingarda a avaliar idades, mas enfim). O que é que eu esperava ouvir? Que queriam viajar até algum país em especial, que queriam escalar o Etna, que sonhavam ir em missão para África, whatever... não podia estar mais errada. O SONHO desta gente era algo tão infimamente pequeno que considero uma ofensa à palavra "sonho". Uma dizia que o sonho dela era pagar a casa e dar algum dinheiro aos filhos. Outra que queria fazer mais algum dinheiro para as contas não serem tão apertadas ao fim do mês. Outra queria ter emprego. Outra não tinha sonhos, de todo, o que para mim é ainda mais grave. Fiquei perplexa. Apenas uma pessoa dizia que, para além de pagar a casa (esse grande sonho, aparentemente...), gostava de fazer uma viagem à Tailândia. Caramba, mas o que aconteceu a esta gente? Sei bem que não devem ser as únicas. Será que vão para a cama e sonham "Ah, tenho a casa paga, já não quero mais nada da vida!!!!" ?!? O que é feito da grandeza de espírito? Temos de domar a carteira, mas não temos de domar o espírito!! Onde estão os verdadeiros sonhos? Aqueles que parecem tão irreais, mas ao mesmo tempo sabíamos que nos faria escandalosamente felizes, ou que no conjunto com outros sonhos, faria de nós alguém com o coração cheio? Onde está aquele sorriso absolutamente idiota que é suposto nos ficar na cara à mínima menção de certas ideias que são os nossos sonhos? Onde está o que nos move, dia após dia? Não está. Foi substituído pela pequenez a que nos obrigamos a vergar, por força das circunstâncias. Limitam-se vontades, resume-se estupidamente um sonho ao minimamente atingível, nem que seja aos 60 anos, devagarinho e que sirva apenas para vivermos ligeiramente mais descansados. Para mim, isso não é um sonho, é algo que dá jeito, nada mais. Quero uma casa de praia. Quero perder-me na floresta da Amazónia. Quero ver de perto os rios de lava do Kilauea. Quero fazer um interrail com os amigos. Quero encontrar a minha alma gémea. Quero viver até aos 75 pelo menos e conseguir contar as minhas histórias de vida aos meus netos. Quero sentir o sangue a correr-me nas veias, para saber que estou viva. Que me perdoem os pobres de espírito, mas da grandeza dos meus sonhos e do brilho que dão aos meus olhos, eu cá não abdico. Não me vou resignar à pequenez da minha existência.
7 de março de 2012
Sou só eu que acho que... #2
Isto é para lá de feio? Anda meio mundo com isto nos pés, e nem sabem a impressão que me faz. É que cada vez que olho para os pés de uma... só me consigo lembrar de cascos de vaca. A sério. É claro que isto não ajuda nada quando vejo umas de cinco em cinco minutos, fico sempre à espera de as ouvir mugir.
4 de março de 2012
Participem!

A Melhor Amiga da Barbie está a sortear 10 conjuntos destes :)
http://amelhoramigadabarbie.blogspot.com/2012/02/passatempo-le-petit-marsellais.html?spref=fb
29 de fevereiro de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)

.jpg)



