25 de julho de 2011

Gaffes

Ontem foram duas. Mas como sou demasiado orgulhosa para as admitir, ficam no segredo dos deuses! Mais alguém assim ou sou só eu que não gosto lá muito de admitir que fiz figura de parva? (Erros, e não meras figuras de ursa, são outro assunto completamente diferente. Erro, admito, peço desculpa se for preciso. E se há coisa que me irrita é quem não sabe pedir desculpa).

24 de julho de 2011

One step back, two steps forward

E porque andamos numa de Harry Potter... inspirem-se na Fawkes
Há coisas que nunca se esquecem, por muito que vivamos. Isso é válido tanto para o bom, quanto para o mau. Há que acreditar que depois da tempestade vem azul, que talvez tenha sido assim que as coisas tinham de acontecer para permitir que outras aconteçam. Não quero parecer moralista nem estar aqui a debitar uma infinita quantidade de lugares-comuns, porque também odeio que mos digam, já estou cansada de os saber e vocês também... mas tenho para mim que, às vezes, precisamos de um valente abanão, de uma péssima notícia, para ganhar força e ter coragem de fazer o que andamos a adiar há que tempos, porque não parece fácil, porque não nos apetece, porque deve haver outra maneira menos traumática... quando na realidade, simplesmente não estamos a por o nosso coração nisso. Há que encarar uma má notícia como uma oportunidade de dar a volta à nossa vida. Porque é nas más notícias que às vezes conseguimos criar o "vazio" necessário para que entrem coisas novas e melhores na nossa vida. Podemos recomeçar sabendo que o passado já não nos pertence, já não nos serve, já não é a nossa vida. Somos nós que a construímos, mas temos de lhe dar espaço para ela existir e se reinventar. Se é preciso terapia de choque para conseguir sair daquele colchão velho, com as molas todas partidas, mas que sentimos tão familiar, então que seja. É quando as molas se partem que finalmente nos vemos obrigados a comprar um melhor e que já não nos faz mal às costas. Not everything is a setback. Sometimes you've got to take a step back in order to take two steps foward. Porque não é o que nos acontece que nos define, mas a maneira como reagimos a isso mesmo. Reinventem-se, sempre que puderem! 

P.S.: post inspirado por um bom amigo, que apesar de não falarmos assim tantas vezes, tem sempre a palavra certa a dizer. Se leres isto, vais saber que foste tu :)

19 de julho de 2011

Não há tempo para amar

Pó. É o que mais vejo à minha volta, pó que se vai amontoando entre promessas escritas em parte alguma e sonhos que ficam por concretizar. Há tempo para tudo, mas não há tempo para amar. Não há tempo para redefinir amores, nem perpetuar amizades. Não há tempo para transformar amor em amizade. Tudo se quer numa correria, ou és preto ou és branco, que não se aceitam cá os tons intermédios e transitórios de cinzento. Não há tempo para pensar no que realmente é importante, só há tempo para continuar a (per)correr o percurso que traçámos tão inconscientemente, tão alheios às lombas e areias movediças que lá se encontram. Não há tempo para pensar, não há tempo para sentir. Não há vontade de colocar de lado as mágoas para salvar o bote, ainda que já velho e desgastado, mas que ainda nos pode levar ao outro lado do rio. Já não há tempo para nada, porque tem de haver tempo para tudo. 

Já não há tempo para amar, porque já não se sabe o que é, a importância que tem, amar.


E não sabem como isso me revolta a alma.

18 de julho de 2011

Selinho*


Regras do selinho:
1- Diz quem é que te seleccionou para o prémio.
R: Farruskinha

2- Partilha 7 coisas ao acaso sobre ti.
1.  Fã incondicional de Chocolate (como já devem ter reparado)
2. Frontal
3. Esquisita com a comida
4. Adoro praia
5. Não suporto que me mintam
6. Falo rápido
7. Indecisa de natureza

3- Envio estes selinhos: a quem quiser levar :)

17 de julho de 2011

What else?

Enquanto o resto do mundo estava no SBSR, eu afogava assim as minhas mágoas por não ter ido... 

16 de julho de 2011

12 razões para trocar um homem por chocolate

1- O chocolate satisfaz mesmo quando está mole.
2- Podes comer chocolate em segurança enquanto conduzes.
3- Podes fazer o chocolate durar o tempo que quiseres.
4- Podes comer chocolate em frente dos teus pais.
5- Podes trincar o chocolate com força que ele não se importa.
6- A palavra “compromisso” não assusta o chocolate.
7- Podes comer chocolate até a meio de uma aula/trabalho.
8- Com o chocolate não precisas de fingir. O prazer é 100% real.
9- O chocolate não engravida.
10- É fácil encontrar bom chocolate.
11- Podes comer vários chocolates que ninguém te chama nomes por isso.
12- O chocolate não trai.



Agora vou ter de encontrar um homem cujo sobrenome seja esse mesmo...Chocolate! E a minha vida será perfeita =D

13 de julho de 2011

Ainda há dias bem passados

No meio da tempestade, há sempre um raiozinho de sol que nos anima, seja ele um conjunto de fotões ou de células que formam aquelas amigas que não arredam pé e que nos arrancam um sorriso todos os dias. I have the best ones in the bunch

11 de julho de 2011

6 de julho de 2011

À mulher de César...

... não basta sê-lo, tem que parecê-lo. Pois eu digo que, por muito que se queira, não basta parecer que se é ou que se está em determinado ponto... há que efectivamente ser/estar aí mesmo. Nem que, para isso, nos tenhamos de convencer de tal.

2 de julho de 2011

nerds love apple pie


Não se consegue ler bem, mas na t-shirt diz Nerds Love Apple Pie da maneira mais nerd possível :P genial!

30 de junho de 2011

There's something about Mr. Fitz

...Mas parece impossível arranjar uma fotografia dele que o mostre como ele é, ou pelo menos como eu o vejo. Por isso, vídeo com ele! Enjoy :)

29 de junho de 2011

Perfume geneticamente herdado

Sempre achei que a minha mãe tinha um perfume que a fazia cheirar melhor que qualquer pessoa. Que na pele dela ficava com outro encanto, que era o cheiro dela e de mais ninguém. Eis que se acabou o meu perfume e passei a "viver" de amostras que andavam perdidas pelos confins do meu quarto, até me mentalizar em gastar um balúrdio num frasquinho que parece que se evapora nas minhas mãos. Entre essas amostras, estava o perfume dela, ou pelo menos a versão actualizada. Burberry London, é do que falo. E na minha pele, extraordinariamente, cheira (quase) tão bem quanto na dela. Ainda estranho quando o ponho... fico sempre com a sensação de que ela passou por mim e eu não a vi. Cheira a familiar. Cheira a casa. Cheira à versão mais velha de mim. Porque eu não preciso de nenhum programa de vanguarda para saber o meu aspecto futuro. Basta olhar para ela. E já vi tudo.

27 de junho de 2011

Post break-up sex

Nunca percebi isto. Então acabam com um e para o esquecer vão logo dormir com outro? Por favor, acordem para a vida... isso não prova que estão bem, que não precisam dele e que o mundo é a vossa ostra... só prova que estão carentes e que aceitam o primeiro candidato que vos apareça à frente (e tanto mais bonito, melhor, que quer-se é vingança gelada e se for amigo dele então - ou inimigo, também serve- perfeito). Apesar de um motto meu ser "um vício ultrapassa-se substituíndo-o por outro", neste campo não acho que funcione. Ou pelo menos a longo prazo. Porque depois do post break-up sex com aquele mânfio que conheceste no Bairro Alto três vodka black depois, o que sobra? A mesma dor. O mesmo "vício" por ultrapassar. Ele não os levou consigo quando saiu pela porta. E não, não te ficaste a sentir mais bonita, só ficaste a sentir que és capaz de cometer actos irreflectidos para provar que ainda tens jogo. Mas neste jogo, voltas inevitavelmente à casa de partida.

P.S.1: Post escrito no feminino, mas é claro que há por aí resmas de homens no mesmo estado. Gentlemen, enfiem a carapuça se faz favor.
P.S.2: A meio apeteceu-me mudar do plural para o singular, só porque sim. Este post não é dirigido a ninguém em particular. 

23 de junho de 2011

Big Bang, Big Crush - my very own

Dizem alguns entendidos que o Universo está a caminhar para um Big Crush. Basicamente, que o tempo é feito de Big Bangs seguidos de Big Crushes, ou seja, de formação e de destruição de matéria. Hoje, chegou o tempo do meu próprio Big Crush. A destruição total de tudo o que alguma vez houve, a dissolução em chamas, o fim de um ciclo, A Morte nas cartas do Tarot, whatever. Como qualquer Big Crush que se preze, fez barulho e incomodou meio Universo, mas já se iniciou e não sou eu que o vou impedir - não se impede o Universo de fazer o que quer que seja, simplesmente aproveita-se a corrente. Espero, ainda assim no meio do reboliço e da balbúrdia em que isto ficou, conseguir salvar os álbuns de foto-memórias boas, que é sempre sensato guardar o positivo de cada Era. E como qualquer Big Crush, também o meu terá direito a um fim.


Até lá, anseio o início do meu novo Big Bang como uma criança espera que o bolbo que plantou a semana passada rebente no pequeno vasinho que regou religiosamente todos os dias. 


Porque se a Fénix renasceu das cinzas, eu também o posso fazer.


(Não justifiquei o texto de propósito. A desordem faz parte integrante do processo.)