17 de julho de 2011
16 de julho de 2011
12 razões para trocar um homem por chocolate
1- O chocolate satisfaz mesmo quando está mole.
2- Podes comer chocolate em segurança enquanto conduzes.
3- Podes fazer o chocolate durar o tempo que quiseres.
4- Podes comer chocolate em frente dos teus pais.
5- Podes trincar o chocolate com força que ele não se importa.
6- A palavra “compromisso” não assusta o chocolate.
7- Podes comer chocolate até a meio de uma aula/trabalho.
8- Com o chocolate não precisas de fingir. O prazer é 100% real.
9- O chocolate não engravida.
10- É fácil encontrar bom chocolate.
11- Podes comer vários chocolates que ninguém te chama nomes por isso.
12- O chocolate não trai.
Agora vou ter de encontrar um homem cujo sobrenome seja esse mesmo...Chocolate! E a minha vida será perfeita =D
2- Podes comer chocolate em segurança enquanto conduzes.
3- Podes fazer o chocolate durar o tempo que quiseres.
4- Podes comer chocolate em frente dos teus pais.
5- Podes trincar o chocolate com força que ele não se importa.
6- A palavra “compromisso” não assusta o chocolate.
7- Podes comer chocolate até a meio de uma aula/trabalho.
8- Com o chocolate não precisas de fingir. O prazer é 100% real.
9- O chocolate não engravida.
10- É fácil encontrar bom chocolate.
11- Podes comer vários chocolates que ninguém te chama nomes por isso.
12- O chocolate não trai.
Agora vou ter de encontrar um homem cujo sobrenome seja esse mesmo...Chocolate! E a minha vida será perfeita =D
13 de julho de 2011
11 de julho de 2011
6 de julho de 2011
À mulher de César...
... não basta sê-lo, tem que parecê-lo. Pois eu digo que, por muito que se queira, não basta parecer que se é ou que se está em determinado ponto... há que efectivamente ser/estar aí mesmo. Nem que, para isso, nos tenhamos de convencer de tal.
2 de julho de 2011
nerds love apple pie
Não se consegue ler bem, mas na t-shirt diz Nerds Love Apple Pie da maneira mais nerd possível :P genial!
30 de junho de 2011
There's something about Mr. Fitz
...Mas parece impossível arranjar uma fotografia dele que o mostre como ele é, ou pelo menos como eu o vejo. Por isso, vídeo com ele! Enjoy :)
29 de junho de 2011
Perfume geneticamente herdado
Sempre achei que a minha mãe tinha um perfume que a fazia cheirar melhor que qualquer pessoa. Que na pele dela ficava com outro encanto, que era o cheiro dela e de mais ninguém. Eis que se acabou o meu perfume e passei a "viver" de amostras que andavam perdidas pelos confins do meu quarto, até me mentalizar em gastar um balúrdio num frasquinho que parece que se evapora nas minhas mãos. Entre essas amostras, estava o perfume dela, ou pelo menos a versão actualizada. Burberry London, é do que falo. E na minha pele, extraordinariamente, cheira (quase) tão bem quanto na dela. Ainda estranho quando o ponho... fico sempre com a sensação de que ela passou por mim e eu não a vi. Cheira a familiar. Cheira a casa. Cheira à versão mais velha de mim. Porque eu não preciso de nenhum programa de vanguarda para saber o meu aspecto futuro. Basta olhar para ela. E já vi tudo.
27 de junho de 2011
Post break-up sex
Nunca percebi isto. Então acabam com um e para o esquecer vão logo dormir com outro? Por favor, acordem para a vida... isso não prova que estão bem, que não precisam dele e que o mundo é a vossa ostra... só prova que estão carentes e que aceitam o primeiro candidato que vos apareça à frente (e tanto mais bonito, melhor, que quer-se é vingança gelada e se for amigo dele então - ou inimigo, também serve- perfeito). Apesar de um motto meu ser "um vício ultrapassa-se substituíndo-o por outro", neste campo não acho que funcione. Ou pelo menos a longo prazo. Porque depois do post break-up sex com aquele mânfio que conheceste no Bairro Alto três vodka black depois, o que sobra? A mesma dor. O mesmo "vício" por ultrapassar. Ele não os levou consigo quando saiu pela porta. E não, não te ficaste a sentir mais bonita, só ficaste a sentir que és capaz de cometer actos irreflectidos para provar que ainda tens jogo. Mas neste jogo, voltas inevitavelmente à casa de partida.
P.S.1: Post escrito no feminino, mas é claro que há por aí resmas de homens no mesmo estado. Gentlemen, enfiem a carapuça se faz favor.
P.S.2: A meio apeteceu-me mudar do plural para o singular, só porque sim. Este post não é dirigido a ninguém em particular.
23 de junho de 2011
Big Bang, Big Crush - my very own
Dizem alguns entendidos que o Universo está a caminhar para um Big Crush. Basicamente, que o tempo é feito de Big Bangs seguidos de Big Crushes, ou seja, de formação e de destruição de matéria. Hoje, chegou o tempo do meu próprio Big Crush. A destruição total de tudo o que alguma vez houve, a dissolução em chamas, o fim de um ciclo, A Morte nas cartas do Tarot, whatever. Como qualquer Big Crush que se preze, fez barulho e incomodou meio Universo, mas já se iniciou e não sou eu que o vou impedir - não se impede o Universo de fazer o que quer que seja, simplesmente aproveita-se a corrente. Espero, ainda assim no meio do reboliço e da balbúrdia em que isto ficou, conseguir salvar os álbuns de foto-memórias boas, que é sempre sensato guardar o positivo de cada Era. E como qualquer Big Crush, também o meu terá direito a um fim.
Até lá, anseio o início do meu novo Big Bang como uma criança espera que o bolbo que plantou a semana passada rebente no pequeno vasinho que regou religiosamente todos os dias.
Porque se a Fénix renasceu das cinzas, eu também o posso fazer.
(Não justifiquei o texto de propósito. A desordem faz parte integrante do processo.)
Até lá, anseio o início do meu novo Big Bang como uma criança espera que o bolbo que plantou a semana passada rebente no pequeno vasinho que regou religiosamente todos os dias.
Porque se a Fénix renasceu das cinzas, eu também o posso fazer.
(Não justifiquei o texto de propósito. A desordem faz parte integrante do processo.)
21 de junho de 2011
Há mais vida lá fora
Não, não me enganei. Há MAIS vida lá fora. Quando me apercebo que o persistente sorriso vai desvanecendo, teimosamente, enquanto insisto em trilhar o mesmo mato, só para ouvir o barulho da água a correr lá ao fundo naquela pequena e inocente cascata, penso se não será melhor ficar-me pela praia, onde o barulho não é tão ensurdecedor e o caminho não tem tantas pedras, e onde a cegueira insana tende a dar lugar a uma visão menos restrita do mundo. Às vezes, é preferível olhar o mar, raso e sem actividade notória, mas que sei que fervilha por dentro, do que ficar à escuta daquele barulho, que apenas faz adivinhar algo que nunca terá paz.
17 de junho de 2011
15 de junho de 2011
Deprimidas? Ora aqui está a solução
9 de junho de 2011
6 de junho de 2011
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