15 de junho de 2011
Deprimidas? Ora aqui está a solução
9 de junho de 2011
6 de junho de 2011
5 de junho de 2011
Coisas da Tia Turtle
AVISO: este post fala sobre bebés. Gente que acha isso uma total perda de tempo, por favor cesse a leitura deste post. A gerência Turtliana agradece.
Ora eis que aqui a Turtle tem um "piqueno" sobrinho de 2 anos e meio. Eis que esse mesmo sobrinho me quer alterar o nome que consta no meu Cartão do Cidadão. Perguntem-lhe os nomes de toda a gente, e ele diz só o nome... o da mãe, o do pai, até o da minha caturra ele sabe. Perguntem-lhe o meu e ele diz com o maior sorriso do mundo "TIA Turtle (substituir "Turtle" pelo meu nome efectivo)", normalmente seguido de um "BENFICAAA!!!" porque o sacana sabe que eu sou do FCP e quer que eu o vire de cabeça para baixo para seu gáudio. Pirralho!
Para além disso, já se acha um homem e já não quer usar fralda... agora usa "cuecUas" e come "Chopaquique" ao lanche. Delicioso :D
2 de junho de 2011
Afinal a minha "estranheza" é aprovada por Harvard e Cambridge!
Quem me conhece (e mesmo os que conhecem esquecem-se muitas vezes) sabe que sou a última pessoa a quem devem perguntar "Tens pastilhas?" ou mesmo oferecê-las (só em casos dramáticos é que me vejo obrigada a aceitar uma). Isto porque eu ODEIO pastilhas elásticas, são um desperdício de energia a mastigar, tenho de me controlar para não as engolir e dá-me uma fome do caraças. E toda a gente me diz que eu não sou normal. Agora inchem...
As universidades Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 Conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual :
conselho 11- Usar fio dental e não mastigar chicletes .
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois têm os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos à sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam os dentes e o corpo.
Sim, I floss everyday (ou não fossem os vestígios de ter usado aparelho encurralar comida como se fossem trincheiras)
Também gostei particularmente de um que dizia para comermos pizza por causa do molho de tomate... finalmente uma desculpa decente para eu dar à minha mãe :D
Chamem-me lá "esquisita" agora!
29 de maio de 2011
25 de maio de 2011
23 de maio de 2011
21 de maio de 2011
18 de maio de 2011
Já não se fazem homens assim
Numa espécie de cruzada por fotos de família para fazer uma árvore genealógica do meu sobrinho, descobri uma fotografia do meu avô materno, com a seguinte inscrição no verso:
Apesar de nunca o ter conhecido, a minha mãe diz que tenho muito dele. Agora já sei de onde herdei o sacana do gene lamechas.
Apesar de nunca o ter conhecido, a minha mãe diz que tenho muito dele. Agora já sei de onde herdei o sacana do gene lamechas.
12 de maio de 2011
Se eu sobreviver a esta queima...
Isto está demasiado bom para não ser partilhado. Esta miúda deve ter cavado um buraco até a Austrália para se esconder depois disto!
Note-se que a mãe dela não vai ficar feliz... mas que se lixe a mãe, ela vai, porque vai deixar de ser virgem! Brilhante!
3 de maio de 2011
1 de maio de 2011
Lágrimas e um sorriso
Hoje, pus a minha mãe a chorar. Não era isso que eu queria. Eu só queria a parte do sorriso, um beijinho e saber que ela tinha gostado. Mas quando lhe entreguei a minha prenda do dia da mãe e ela a desembrulhou, vi-lhe os olhos a brilhar e a voz a falhar-lhe em questão de 2 segundos. Era uma moldura (bonita, ornamentada, com aquele estilo clássico que eu sei que lhe encaixa que nem uma luva) com uma fotografia dela, do meu pai e do meu sobrinho, tirada no dia de anos dela. Bastou isto, algo gritantemente simples, para a fazer feliz. E depois foi vê-a a mostrar a prendinha, toda derretida, ao meu pai assim que ele chegou a casa. Porque é realmente nas coisas pequenas, mas pessoais e pensadas com carinho, que está a felicidade genuína.
29 de abril de 2011
Coca-cola light
Aqui há umas semanas perguntaram-me que horas eram. Respondi "são quatro e meia, hora da coca-cola light!". A resposta? Um ar de quem não percebeu porque raio eu estava a misturar as horas com bebida gaseificada. Percebi que o mal não era só dele, há toda uma catrefada de gente que não se deve lembrar disto... HOW DARE THEY??
ou disto...
(Curiosamente, no anuncio original a hora da coca-cola light - diet coke - era às onze e meia da manhã. Mas os Americanos são gente estranha, toda a gente sabe. Quem é que bebe coca-cola a essa hora??)
25 de abril de 2011
Assusta-me...
...Ver que as coisas mudaram. Assusta-me ter voltado a cair no mesmo erro, na mesmíssima esparrela. Burra! Caí que nem um patinho. Aquelas amizades que pareciam eternas, as situações que acreditava serem quase imutáveis, viraram-se do avesso. Vejo e revejo fotografias de há um ano atrás. Caramba, foi só um ano. Foram só 365 dias. Foram só pouco mais de 50 semanas, e sei que hoje as fotografias nunca mais poderão repetir-se. Tanto aconteceu neste curto espaço de tempo. Pessoas a quem ligava todos os dias, quase que perdi o contacto. Quem eu achava (e que os anos me tinham provado, achava eu, isso mesmo) que nunca iria ser mais que conhecida, revelou-se um belo rochedo que não dava sinais de quebrar, por muito que eu acabasse por lhe dar com a picareta. Outras, que mal conhecia, acabaram por conquistar a minha confiança, quase por obra do acaso. Porque eu pertenço àquela raça que primeiro desconfia, depois confia. Por outro lado, também aquele grupinho que parecia tão incrivelmente fixo... abriu rachas, primeiro quase imperceptíveis, que foram alargando... até que, finalmente, cedeu. Quando me apercebi que estava a ficar longe de tudo, reaproximei-me. Ainda estou nesse processo. Não posso dizer que voltou tudo a ser como dantes, até porque todos mudámos e com tintas diferentes não se consegue produzir exactamente a mesma cor. Estamos a voltar a ficar coesos, pelo menos espero que sim. Mas bem, saem uns, entram outros. Não posso dizer que perdi alguém, sei que estão à distância de um telefonema. Mas cada vez mais tenho de me convencer que quase tudo é efémero na vida. E porque a História está condenada a repetir-se, sei que voltará a acontecer. Só espero que, 365 dias volvidos deste texto, não olhe para ele com o olhar incrédulo de quem esqueceu uma lição.
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