29 de abril de 2011

Coca-cola light

Aqui há umas semanas perguntaram-me que horas eram. Respondi "são quatro e meia, hora da coca-cola light!". A resposta? Um ar de quem não percebeu porque raio eu estava a misturar as horas com bebida gaseificada. Percebi que o mal não era só dele, há toda uma catrefada de gente que não se deve lembrar disto... HOW DARE THEY??


ou disto...



(Curiosamente, no anuncio original a hora da coca-cola light - diet coke -  era às onze e meia da manhã. Mas os Americanos são gente estranha, toda a gente sabe. Quem é que bebe coca-cola a essa hora??)

25 de abril de 2011

Assusta-me...

...Ver que as coisas mudaram. Assusta-me ter voltado a cair no mesmo erro, na mesmíssima esparrela. Burra! Caí que nem um patinho. Aquelas amizades que pareciam eternas, as situações que acreditava serem quase imutáveis, viraram-se do avesso. Vejo e revejo fotografias de há um ano atrás. Caramba, foi só um ano. Foram só 365 dias. Foram só pouco mais de 50 semanas, e sei que hoje as fotografias nunca mais poderão repetir-se. Tanto aconteceu neste curto espaço de tempo. Pessoas a quem ligava todos os dias, quase que perdi o contacto. Quem eu achava (e que os anos me tinham provado, achava eu, isso mesmo) que nunca iria ser mais que conhecida, revelou-se um belo rochedo que não dava sinais de quebrar, por muito que eu acabasse por lhe dar com a picareta. Outras, que mal conhecia, acabaram por conquistar a minha confiança, quase por obra do acaso. Porque eu pertenço àquela raça que primeiro desconfia, depois confia. Por outro lado, também aquele grupinho que parecia tão incrivelmente fixo... abriu rachas, primeiro quase imperceptíveis, que foram alargando... até que, finalmente, cedeu. Quando me apercebi que estava a ficar longe de tudo, reaproximei-me. Ainda estou nesse processo. Não posso dizer que voltou tudo a ser como dantes, até porque todos mudámos e com tintas diferentes não se consegue produzir exactamente a mesma cor. Estamos a voltar a ficar coesos, pelo menos espero que sim. Mas bem, saem uns, entram outros. Não posso dizer que perdi alguém, sei que estão à distância de um telefonema. Mas cada vez mais tenho de me convencer que quase tudo é efémero na vida. E porque a História está condenada a repetir-se, sei que voltará a acontecer. Só espero que, 365 dias volvidos deste texto, não olhe para ele com o olhar incrédulo de quem esqueceu uma lição.

23 de abril de 2011

Duas fatias ...

Is one slice too many. 

Dores de barriga. Resultado garantido.

Eu sei que este é um tronco de Natal e não de Páscoa, mas vai dar ao mesmo, sim?

P.S.: mas é tão incrivelmente bom...

21 de abril de 2011

Deram tolerância de ponto aos maquilhadores e cabeleireiros da Sic?

É que no Jornal da Noite de hoje, a Clara de Sousa, que parece sempre uma boneca barrada de argamassa (especialmente no anúncio da Oriflame), de repente me faz lembrar a Corpse Bride...


Disto:


Para isto:

(Sim, eu sou uma exagerada. Runs in the family.)

19 de abril de 2011

Segredos

Não conheço ninguém que não os tenha. Faz parte te nós querer que algumas coisas não andem na boca e nos ouvidos do mundo, seja por vergonha, ou porque fizemos alguma coisa que não é propriamente correcta e não nos apetece ser alvo de olhares de esguelha, porque queremos esquecer que algo aconteceu, porque temos medo da reacção de outras pessoas se certas coisas vierem a lume, ou porque, muito simplesmente, há coisas que são para nós e acabou. Boas ou más, mais ninguém à face da God's Green Earth precisa de saber. Nem mesmo a melhor amiga, que tenho a certeza que também ela esconde os seus próprios segredos. Há situações que só por serem segredo, se tornam muito mais especiais. Qualquer coisa como uma arca do tesouro enterrada algures dentro de nós, para a qual apenas existe um mapa gravado na nossa própria mente, envolto num encanto inigualável. Se tenho segredos? Alguns. Espero vir a ter mais ainda.

10 de abril de 2011

É complicado mas...

Às vezes o melhor é não pensar muito nas coisas. O que não quer dizer que elas não insistam em martelar-me o juízo every now and then. 

9 de abril de 2011

Sobre limites/como as palavras são para ter significado

É-me difícil perceber como muita gente não parece ter limites no que toca a chamar "fofices" e "queridices" aos amigos do sexo oposto. Ele é "amo-te" 's, "@" 's, "bebé" 's, "namorado" 's e afins. Pessoalmente, acho que é uma total violação do verdadeiro significado das palavras, e se não acho que tenha grande chatice quando duas amigas o dizem uma à outra (a não ser que alguma delas seja homossexual), o caso muda de figura quando (especialmente elas, que quer queira quer não, tenho de admitir que o meu género é mais propenso a ser futilzinho e retorcido) é dito para alguém do sexo oposto. Se a pessoa "alvo" das fofices não for propriamente solteira então, para mim é mais grave. Girls (e rapazes a quem a carapuça sirva), get a grip. Guardem isso para alguém que seja mesmo especial. As palavras perdem o significado especial quando são banalizadas, e se a língua portuguesa distingue tão bem formas como "gosto de ti", "adoro-te" e "amo-te", não vejo razão para as desperdiçar sem mais nem menos. Porque se um dia gostarem mesmo de alguém e lhe disserem "amo-te", correm o risco dessa pessoa vos dizer "isso dizes tu a todos". Ou isso ou levarem com a ira de alguma namorada com um pavio mais curto. Tenho dito. 


Que chovam setas em chamas. Eu tenho uma mangueira!

7 de abril de 2011

Qual é a palavra para "racismo" entre turmas? "Turmismo"?

Turtle não pode ir à sua aula de hematologia por motivos de força maior. Turtle pondera as suas opções e acha que é melhor compensar a aula mais cedo, para não perder matéria. Grande erro.


Turtle chega ao laboratório:


- 1ª camada de nervos:


Turtle: Professora, não posso vir à minha aula hoje à tarde, posso compensar nesta hora?


Professora: Ah é muito complicado, muito complicado... Esta turma está cheia, só tenho espaço nas turmas de terça à tarde, venha nesse dia.


Turtle: Não posso, tenho aulas desde as 14h até às 20h... não dá mesmo para ser nesta? (Note-se que era apenas 1 pessoa a mais numa turma, com imensos microscópios livres)


Professora: Poder, pode, mas você não é desta turma, e hoje vamos ver medula óssea, que é muito difícil, e fique bem ciente que eu não lhe vou dar atenção porque não pertence a esta turma. Não posso dar atenção a alunos extra. (continuava a ser só eu, uma pessoa, no meio de mais 16). Sente-se ali naquela bancada do fundo, onde houver lugar.


- 2ª camada de nervos


(inicialmente estava uma rapariga, a M., sentada ao meu lado na bancada)


Professora: Alguma de vocês duas pertence a esta turma?


M.: Sim, eu pertenço, mas como nunca sei se estou a tirar o lugar a alguém, vim para aqui.


Professora: Ah mas prefiro que vá para a bancada do outro lado do laboratório, tem lá microscópios livres! É mais fácil para eu lhe poder dar atenção.


(M. acaba por se levantar e ir para o outro lado do laboratório. Turtle repara que, nessa mesma bancada, ainda restam 2 microscópios)


Turtle: Professora, reparei que ainda há 2 microscópios livres, posso ir para ali? (na esperança de não passar uma aula inteira completamente sozinha a olhar para coisas que não percebo e que sempre podia tirar dúvidas com alguém que fosse, realmente, "merecedor" da atenção da dita senhora.)


Professora: Você pertence à turma? (como se eu já não lhe tivesse dito 50 vezes que era da turma da tarde) Então não, prefiro que fique aí nessa bancada do fundo.

BITCH.


P.S.:
C.: Turtle, está tudo bem? Estás com um ar...chateado. (I wonder why...)

1 de abril de 2011

Para o QUINTO DOS INFERNOS com vocês, ALERGIAS!!!

É tudo muito bonito. O amor anda no ar, as papoilas enchem qualquer pedacinho de terra abandonado, os passarinhos andam num frenesim, até está sol e tudo (e há quem se dê ao luxo de poder ir à praia). E depois no ar andam também o pó, os pólens, os esporos, toda essa trampa (pardon my french) que me transforma numa fonte virtualmente inesgotável daquilo que vocês sabem (sim, eu digo trampa mas depois não quero dizer a palavra feia para muco nasal), com brinde de dor de cabeça, olhos que parecem querer explodir a qualquer momento e um nariz quase em carne viva a rezar por um um bocadinho de pomada. 

Sim, de facto a Primavera é uma estação muito bonita. Para quem não tem um sistema imunitário aos saltos.

PS: eu acho que as empresas que vendem lenços de papel devem fazer fortunas nesta época. É que só eu estou a despachar 2 pacotes de lenços por dia...

26 de março de 2011

Baú das Memórias #2 - Baywatch

Na altura eu adorava isto porque quando crescesse, queria ser bonita como as raparigas da série, porque gostava de ver a praia, porque achava piada aos salvamentos, ao aparato dos barcos e das motas de água. Uns anos mais tarde comecei a perceber porque é que a minha irmã, 9 anos mais velha que eu, também gostava de ver. Os episódios eram toda uma montra de homens giros que passavam 90% do tempo de calções e em tronco-nú (estava lá mais alguém? Who cares??). Tenho de agradecer à Baywatch. Foi com esta série que as minhas hormonas fizeram o meu ritual de iniciação cerebral para o mundo XY. Comecei bem até, right? (David Chokachi arr***baba***Michael Bergin***babaaa***David Charvet... é-melhor-parar-que-ainda-tenho-um-colapso)


Hoje vejo aquilo pelos mesmos motivos. É que realmente se não tiver gente gira, a série é a coisinha mais sem-sal que os anos 90 produziram!

Ainda assim, sempre adorei a música de início!


25 de março de 2011

Novo nem sempre é melhor...

A versão which I know and Love


e...


A versão que estragou a música.




Digam o que quiserem. O blog é meu e neste galinheiro mando eu!