Não conheço ninguém que não os tenha. Faz parte te nós querer que algumas coisas não andem na boca e nos ouvidos do mundo, seja por vergonha, ou porque fizemos alguma coisa que não é propriamente correcta e não nos apetece ser alvo de olhares de esguelha, porque queremos esquecer que algo aconteceu, porque temos medo da reacção de outras pessoas se certas coisas vierem a lume, ou porque, muito simplesmente, há coisas que são para nós e acabou. Boas ou más, mais ninguém à face da God's Green Earth precisa de saber. Nem mesmo a melhor amiga, que tenho a certeza que também ela esconde os seus próprios segredos. Há situações que só por serem segredo, se tornam muito mais especiais. Qualquer coisa como uma arca do tesouro enterrada algures dentro de nós, para a qual apenas existe um mapa gravado na nossa própria mente, envolto num encanto inigualável. Se tenho segredos? Alguns. Espero vir a ter mais ainda.
19 de abril de 2011
13 de abril de 2011
10 de abril de 2011
É complicado mas...
Às vezes o melhor é não pensar muito nas coisas. O que não quer dizer que elas não insistam em martelar-me o juízo every now and then.
9 de abril de 2011
Sobre limites/como as palavras são para ter significado
É-me difícil perceber como muita gente não parece ter limites no que toca a chamar "fofices" e "queridices" aos amigos do sexo oposto. Ele é "amo-te" 's, "@" 's, "bebé" 's, "namorado" 's e afins. Pessoalmente, acho que é uma total violação do verdadeiro significado das palavras, e se não acho que tenha grande chatice quando duas amigas o dizem uma à outra (a não ser que alguma delas seja homossexual), o caso muda de figura quando (especialmente elas, que quer queira quer não, tenho de admitir que o meu género é mais propenso a ser futilzinho e retorcido) é dito para alguém do sexo oposto. Se a pessoa "alvo" das fofices não for propriamente solteira então, para mim é mais grave. Girls (e rapazes a quem a carapuça sirva), get a grip. Guardem isso para alguém que seja mesmo especial. As palavras perdem o significado especial quando são banalizadas, e se a língua portuguesa distingue tão bem formas como "gosto de ti", "adoro-te" e "amo-te", não vejo razão para as desperdiçar sem mais nem menos. Porque se um dia gostarem mesmo de alguém e lhe disserem "amo-te", correm o risco dessa pessoa vos dizer "isso dizes tu a todos". Ou isso ou levarem com a ira de alguma namorada com um pavio mais curto. Tenho dito.
Que chovam setas em chamas. Eu tenho uma mangueira!
7 de abril de 2011
Qual é a palavra para "racismo" entre turmas? "Turmismo"?
Turtle não pode ir à sua aula de hematologia por motivos de força maior. Turtle pondera as suas opções e acha que é melhor compensar a aula mais cedo, para não perder matéria. Grande erro.
Turtle chega ao laboratório:
- 1ª camada de nervos:
Turtle: Professora, não posso vir à minha aula hoje à tarde, posso compensar nesta hora?
Professora: Ah é muito complicado, muito complicado... Esta turma está cheia, só tenho espaço nas turmas de terça à tarde, venha nesse dia.
Turtle: Não posso, tenho aulas desde as 14h até às 20h... não dá mesmo para ser nesta? (Note-se que era apenas 1 pessoa a mais numa turma, com imensos microscópios livres)
Professora: Poder, pode, mas você não é desta turma, e hoje vamos ver medula óssea, que é muito difícil, e fique bem ciente que eu não lhe vou dar atenção porque não pertence a esta turma. Não posso dar atenção a alunos extra. (continuava a ser só eu, uma pessoa, no meio de mais 16). Sente-se ali naquela bancada do fundo, onde houver lugar.
- 2ª camada de nervos
(inicialmente estava uma rapariga, a M., sentada ao meu lado na bancada)
Professora: Alguma de vocês duas pertence a esta turma?
M.: Sim, eu pertenço, mas como nunca sei se estou a tirar o lugar a alguém, vim para aqui.
Professora: Ah mas prefiro que vá para a bancada do outro lado do laboratório, tem lá microscópios livres! É mais fácil para eu lhe poder dar atenção.
(M. acaba por se levantar e ir para o outro lado do laboratório. Turtle repara que, nessa mesma bancada, ainda restam 2 microscópios)
Turtle: Professora, reparei que ainda há 2 microscópios livres, posso ir para ali? (na esperança de não passar uma aula inteira completamente sozinha a olhar para coisas que não percebo e que sempre podia tirar dúvidas com alguém que fosse, realmente, "merecedor" da atenção da dita senhora.)
Professora: Você pertence à turma? (como se eu já não lhe tivesse dito 50 vezes que era da turma da tarde) Então não, prefiro que fique aí nessa bancada do fundo.
BITCH.
P.S.:
C.: Turtle, está tudo bem? Estás com um ar...chateado. (I wonder why...)
Turtle chega ao laboratório:
- 1ª camada de nervos:
Turtle: Professora, não posso vir à minha aula hoje à tarde, posso compensar nesta hora?
Professora: Ah é muito complicado, muito complicado... Esta turma está cheia, só tenho espaço nas turmas de terça à tarde, venha nesse dia.
Turtle: Não posso, tenho aulas desde as 14h até às 20h... não dá mesmo para ser nesta? (Note-se que era apenas 1 pessoa a mais numa turma, com imensos microscópios livres)
Professora: Poder, pode, mas você não é desta turma, e hoje vamos ver medula óssea, que é muito difícil, e fique bem ciente que eu não lhe vou dar atenção porque não pertence a esta turma. Não posso dar atenção a alunos extra. (continuava a ser só eu, uma pessoa, no meio de mais 16). Sente-se ali naquela bancada do fundo, onde houver lugar.
- 2ª camada de nervos
(inicialmente estava uma rapariga, a M., sentada ao meu lado na bancada)
Professora: Alguma de vocês duas pertence a esta turma?
M.: Sim, eu pertenço, mas como nunca sei se estou a tirar o lugar a alguém, vim para aqui.
Professora: Ah mas prefiro que vá para a bancada do outro lado do laboratório, tem lá microscópios livres! É mais fácil para eu lhe poder dar atenção.
(M. acaba por se levantar e ir para o outro lado do laboratório. Turtle repara que, nessa mesma bancada, ainda restam 2 microscópios)
Turtle: Professora, reparei que ainda há 2 microscópios livres, posso ir para ali? (na esperança de não passar uma aula inteira completamente sozinha a olhar para coisas que não percebo e que sempre podia tirar dúvidas com alguém que fosse, realmente, "merecedor" da atenção da dita senhora.)
Professora: Você pertence à turma? (como se eu já não lhe tivesse dito 50 vezes que era da turma da tarde) Então não, prefiro que fique aí nessa bancada do fundo.
BITCH.
P.S.:
C.: Turtle, está tudo bem? Estás com um ar...chateado. (I wonder why...)
1 de abril de 2011
Para o QUINTO DOS INFERNOS com vocês, ALERGIAS!!!
É tudo muito bonito. O amor anda no ar, as papoilas enchem qualquer pedacinho de terra abandonado, os passarinhos andam num frenesim, até está sol e tudo (e há quem se dê ao luxo de poder ir à praia). E depois no ar andam também o pó, os pólens, os esporos, toda essa trampa (pardon my french) que me transforma numa fonte virtualmente inesgotável daquilo que vocês sabem (sim, eu digo trampa mas depois não quero dizer a palavra feia para muco nasal), com brinde de dor de cabeça, olhos que parecem querer explodir a qualquer momento e um nariz quase em carne viva a rezar por um um bocadinho de pomada.
Sim, de facto a Primavera é uma estação muito bonita. Para quem não tem um sistema imunitário aos saltos.
PS: eu acho que as empresas que vendem lenços de papel devem fazer fortunas nesta época. É que só eu estou a despachar 2 pacotes de lenços por dia...
30 de março de 2011
Pior do que não haver uma explicação plausível...
É ela existir e nós pensarmos cobras e lagartos por, simplesmente, não a sabermos.
26 de março de 2011
Baú das Memórias #2 - Baywatch
Na altura eu adorava isto porque quando crescesse, queria ser bonita como as raparigas da série, porque gostava de ver a praia, porque achava piada aos salvamentos, ao aparato dos barcos e das motas de água. Uns anos mais tarde comecei a perceber porque é que a minha irmã, 9 anos mais velha que eu, também gostava de ver. Os episódios eram toda uma montra de homens giros que passavam 90% do tempo de calções e em tronco-nú (estava lá mais alguém? Who cares??). Tenho de agradecer à Baywatch. Foi com esta série que as minhas hormonas fizeram o meu ritual de iniciação cerebral para o mundo XY. Comecei bem até, right? (David Chokachi arr***baba***Michael Bergin***babaaa***David Charvet... é-melhor-parar-que-ainda-tenho-um-colapso)
Hoje vejo aquilo pelos mesmos motivos. É que realmente se não tiver gente gira, a série é a coisinha mais sem-sal que os anos 90 produziram!
Ainda assim, sempre adorei a música de início!
25 de março de 2011
Novo nem sempre é melhor...
A versão which I know and Love
e...
A versão que estragou a música.
Digam o que quiserem. O blog é meu e neste galinheiro mando eu!
22 de março de 2011
21 de março de 2011
Home remedies
"I say the right thing
But act the wrong way
I like it right here
But I cannot stay
I'm watching TV
Forget what I'm told
Well, I am too young
And they are too old
Oh, man can't you see
I'm nervous, so please
Pretend to be nice
So I can be mean
I missed the last bus
I'll take the next train
I'll try, but you see
It's hard to explain"
But act the wrong way
I like it right here
But I cannot stay
I'm watching TV
Forget what I'm told
Well, I am too young
And they are too old
Oh, man can't you see
I'm nervous, so please
Pretend to be nice
So I can be mean
I missed the last bus
I'll take the next train
I'll try, but you see
It's hard to explain"
The Strokes, Hard to Explain
Ouvir isto aos altos berros quando se está fula da vida. Remédio santo.
17 de março de 2011
Sobre como os homens não nos entendem/não nos ouvem
Tive uma noite terrível. Tive as piores dores que alguma vez me lembro ter. Acabei por ter de ir ao hospital. Quando tudo se resolveu, disse-lhe que me tinha saído uma pedra de um rim. Achei estranho não ter grande reacção de volta, mas pronto. Passado meia hora, tem o desplante de se virar para mim, com a cara mais séria do mundo e dizer:
"Sabes aquelas pedras que saem do rim, que dizem que dão umas dores horríveis? Deve ser mesmo mau".
Pensamento inicial: vou estrangulá-lo, é HOJE!!!
Haja paciência.
"Sabes aquelas pedras que saem do rim, que dizem que dão umas dores horríveis? Deve ser mesmo mau".
Pensamento inicial: vou estrangulá-lo, é HOJE!!!
Haja paciência.
22 de fevereiro de 2011
18 de fevereiro de 2011
Verdades absolutas segundo a minha mãe
Pai: O teu primo já lá vai com 56 anos em cima...
Mãe: Sim, ele é mais velho que eu, sempre foi!!!
Adoro-te mãe :)
Mãe: Sim, ele é mais velho que eu, sempre foi!!!
Adoro-te mãe :)
15 de fevereiro de 2011
The early bird catches the worm
Eles é que são inteligentes. Às horas a que eu me ando a levantar, acho que apanhava a minhoca já digerida. If you know what I mean.
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