22 de fevereiro de 2011
18 de fevereiro de 2011
Verdades absolutas segundo a minha mãe
Pai: O teu primo já lá vai com 56 anos em cima...
Mãe: Sim, ele é mais velho que eu, sempre foi!!!
Adoro-te mãe :)
Mãe: Sim, ele é mais velho que eu, sempre foi!!!
Adoro-te mãe :)
15 de fevereiro de 2011
The early bird catches the worm
Eles é que são inteligentes. Às horas a que eu me ando a levantar, acho que apanhava a minhoca já digerida. If you know what I mean.
13 de fevereiro de 2011
12 de fevereiro de 2011
10 de fevereiro de 2011
8 de fevereiro de 2011
Jules Verne (Júlio Verne para os amigos)
Foi por inteira culpa desta animação inteligente da homepage do Google que me apercebi que ainda não li nenhum dos livros deste genial senhor. Vinte Mil Léguas Submarinas, Viagem ao Centro da Terra, A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, são livros sem os quais não posso conhecer God Almighty sem ter lido.
5 de fevereiro de 2011
Smooth criminal
Totally awesome!
P.S.: fui só eu que tive a impressão destes dois fazerem lembrar o Dan e o Sam do Sobrenatural???
P.S.: fui só eu que tive a impressão destes dois fazerem lembrar o Dan e o Sam do Sobrenatural???
3 de fevereiro de 2011
Doce e idosa inocência
Não são só as crianças que têm a ternurenta inocência que nos faz rir e esboçar aquele sorrisinho complacente... os velhotes também nos conseguem arrancar tal coisa, especialmente quando confrontados com situações que não sabem explicar.
No jantar de ontem, estavam um primo da minha mãe e a sua mulher, emigrados da Austrália, a contar que o pai dele tinha ido morar para lá. Quando o foram buscar ao aeroporto, para além do vôo ter atrasado, começaram a ver quem saía extremamente agarrado aos seus parentes, com um ar assim a dar para o lívido. Enquanto esperavam pelo pai, ouviram uma senhora que tinha acabado de sair dizer "houve comida por todo o lado!!" ainda a tentar recuperar a cor das bochechas. Bem, está visto que o avião deve ter apanhado bastante turbulência, mas quando o pai do primo da minha mãe finalmente saiu e lhe perguntaram como foi a viagem, ele responde:
"Sacana do avião, fartou-se de bater com as asas nas montanhas!!!"
Encantador. Simplesmente encantador.
1 de fevereiro de 2011
Consulta urgente
Hoje não foi um dia fácil. Hoje, tenho direito a fazer birras. Hoje tenho direito a estar insuportável e mimada. Hoje estou com desejos. De uma massagem e de um queque de chocolate. Doctor Odie, I'm next!
30 de janeiro de 2011
29 de janeiro de 2011
28 de janeiro de 2011
Hoje foi o dia
Há muito tempo que eu não adormecia a estudar. Posso até dizer que me deve ter acontecido no máximo 3 vezes durante toda a vida (tirando uma vez que adormeci num aula de físico-química no 10º ano no meio de uma balbúrdia incomparável). Parabéns Farmacognosia. Conseguiste!
Maria vai com todas
Eu cá sou da opinião que eles andaram a meter os dedos nalguma tomada. Ou isso ou nadaram com enguias eléctricas. One or the other.
25 de janeiro de 2011
Falta-te a alma, Kindle
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| Kindle |
Tal não é a minha ignorância nas lides tecnológicas que achava que um livro ou se lia em papel, ou quanto muito no computador (vá, no iPad também deve dar). Eis que oiço falar no Kindle, uma geringonça que serve para ler ebooks. E pergunto eu: onde está o encanto? Onde está o cheiro do papel, a textura, o folhear, o vento suave que as folhas levantam ao serem passadas? Onde está a noção do quanto ainda nos falta para ler? Onde?? Esta última, a mim, faz-me muita falta. Se for um livro que eu estou a gostar muito, especialmente. Se ainda faltar muito, fico feliz porque sei que ainda há tanto para ler, tanta história para ser contada, que não vou ficar sem "o brinquedo" no dia seguinte. Se já faltar pouco, serve-me para refrear o entusiasmo, racionar a leitura como se de um chocolate caro se tratasse, para o poder saborear a tragos curtos e intensos. Prolongar esse pequeno prazer. E se há a ejaculação precoce, também devia haver o final de leitura precoce ou algo do género. Porque se prolongamos tudo o resto porque temos noção do quanto falta para acabar, também temos de ter noção de que um livro é um livro, com toda a sua essência. Um livro podemos emprestar, podemos escrever dedicatórias na capa e oferecê-lo, podemos rasgar uma página e emoldurá-la, até podemos cortar os dedos nas suas folhas e dizer que aquela mancha de café na página 187 foi quando engolimos dois cafés para conseguir aguentar mais umas horas de olhos abertos para chegar ao final do livro. Um livro é o sinal dos tempos. As folhas amarelecem, as lombadas rasgam e dobram, apanham pó e o cheiro a mofo e renascem quando um neto decide soprar-lhe a camada de pó e ver o título. Os livros têm um encanto que nenhum ebook lido numa treta como o Kindle alguma vez terá.
Um livro quase tem alma.
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