8 de fevereiro de 2011

Jules Verne (Júlio Verne para os amigos)

Foi por inteira culpa desta animação inteligente da homepage do Google que me apercebi que ainda não li nenhum dos livros deste genial senhor. Vinte Mil Léguas Submarinas, Viagem ao Centro da Terra, A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, são livros sem os quais não posso conhecer God Almighty sem ter lido. 

5 de fevereiro de 2011

Smooth criminal

Totally awesome!


P.S.: fui só eu que tive a impressão destes dois fazerem lembrar o Dan e o Sam do Sobrenatural???

3 de fevereiro de 2011

Doce e idosa inocência

Não são só as crianças que têm a ternurenta inocência que nos faz rir e esboçar aquele sorrisinho complacente... os velhotes também nos conseguem arrancar tal coisa, especialmente quando confrontados com situações que não sabem explicar. 

No jantar de ontem, estavam um primo da minha mãe e a sua mulher, emigrados da Austrália, a contar que o pai dele tinha ido morar para lá. Quando o foram buscar ao aeroporto, para além do vôo ter atrasado, começaram a ver quem saía extremamente agarrado aos seus parentes, com um ar assim a dar para o lívido. Enquanto esperavam pelo pai, ouviram uma senhora que tinha acabado de sair dizer "houve comida por todo o lado!!" ainda a tentar recuperar a cor das bochechas. Bem, está visto que o avião deve ter apanhado bastante turbulência, mas quando o pai do primo da minha mãe finalmente saiu e lhe perguntaram como foi a viagem, ele responde:

"Sacana do avião, fartou-se de bater com as asas nas montanhas!!!"

Encantador. Simplesmente encantador.

1 de fevereiro de 2011

Consulta urgente

Hoje não foi um dia fácil. Hoje, tenho direito a fazer birras. Hoje tenho direito a estar insuportável e mimada. Hoje estou com desejos. De uma massagem e de um queque de chocolate. Doctor Odie, I'm next!

28 de janeiro de 2011

Hoje foi o dia

Há muito tempo que eu não adormecia a estudar. Posso até dizer que me deve ter acontecido no máximo 3 vezes durante toda a vida (tirando uma vez que adormeci num aula de físico-química no 10º ano no meio de uma balbúrdia incomparável). Parabéns Farmacognosia. Conseguiste!

Maria vai com todas


Eu cá sou da opinião que eles andaram a meter os dedos nalguma tomada. Ou isso ou nadaram com enguias eléctricas. One or the other.

25 de janeiro de 2011

Falta-te a alma, Kindle

Kindle
Tal não é a minha ignorância nas lides tecnológicas que achava que um livro ou se lia em papel, ou quanto muito no computador (vá, no iPad também deve dar). Eis que oiço falar no Kindle, uma geringonça que serve para ler ebooks. E pergunto eu: onde está o encanto? Onde está o cheiro do papel, a textura, o folhear, o vento suave que as folhas levantam ao serem passadas? Onde está a noção do quanto ainda nos falta para ler? Onde?? Esta última, a mim, faz-me muita falta. Se for um livro que eu estou a gostar muito, especialmente. Se ainda faltar muito, fico feliz porque sei que ainda há tanto para ler, tanta história para ser contada, que não vou ficar sem "o brinquedo" no dia seguinte. Se já faltar pouco, serve-me para refrear o entusiasmo, racionar a leitura como se de um chocolate caro se tratasse, para o poder saborear a tragos curtos e intensos. Prolongar esse pequeno prazer. E se há a ejaculação precoce, também devia haver o final de leitura precoce ou algo do género. Porque se prolongamos tudo o resto porque temos noção do quanto falta para acabar, também temos de ter noção de que um livro é um livro, com toda a sua essência. Um livro podemos emprestar, podemos escrever dedicatórias na capa e oferecê-lo, podemos rasgar uma página e emoldurá-la, até podemos cortar os dedos nas suas folhas e dizer que aquela mancha de café na página 187 foi quando engolimos dois cafés para conseguir aguentar mais umas horas de olhos abertos para chegar ao final do livro. Um livro é o sinal dos tempos. As folhas amarelecem, as lombadas rasgam e dobram, apanham pó e o cheiro a mofo e renascem quando um neto decide soprar-lhe a camada de pó e ver o título. Os livros têm um encanto que nenhum ebook lido numa treta como o Kindle alguma vez terá. 
Um livro quase tem alma. 

O que eu encontrei

Num acesso de pura insanidade, resolvi desbravar aquela montanha de pastas, pastinhas e montículos de papel que jaziam relaxadamente na prateleira da estante lá do fundo. O que começou por uma vontade de arranjar uma pasta minimamente organizada onde a folha com o número de eleitor e os recibos da carta de condução pudessem coexistir sem se ferirem mutuamente, acabou com o desenterrar de coisas que eu já nem me lembrava de ter feito: um trabalho sobre a Atlântida (que me deu uma trabalheira a traduzir toda uma teoria do inglês para português, mas que adorei), a minha faixa de finalista do ensino secundário com suas respectivas dedicatórias (estranho como as pessoas mais importantes não chegaram a escrever nada, mas são essas que hoje se mantêm presentes) e... bem, o bloco de folhas pautadas mais deprimente que alguma vez tive nas mãos. E fui eu que o tornei deprimente. Lá estavam coisas que nunca me atreverei a publicar, escritas em 2006 e 2007. Memórias que pensava já não existirem, sentimentos que pensava já não recordar que alguma vez foram meus. Li e reli muito do que escrevi. Unrequited love é a besta que todos sabemos, e teve a sua quota parte no tal bloco, assim como um dia particularmente péssimo que foi o meu 17º aniversário. Descobri que, no meio de palavras confusas, revoltadas e às vezes enraivecidas, acabava sempre os textos/poemas com uma frase/verso que me motivasse a seguir em frente e a aprender com os erros ou infelicidades, mas a não me deixar afundar com eles. Já caíste, já te auto-flagelaste, já sangraste o que tinhas para sangrar, agora levanta-te, ergue a cabeça e enxuga as lágrimas que te percorrem o rosto, que o melhor está ainda para vir. E veio.
Com 16/17 anos sabia fazer isto melhor que hoje, aos 20. Veio em boa altura este fantasma do meu eu-passado. Porque nós também nos sabemos ensinar a nós próprios :D



P.S.: encontrei estes junto aos textos :) só para reforçar a ideia

22 de janeiro de 2011

Homens

More Pics @ MySpaceAntics.com

"A Parte"

O post anterior foi  prova de como o meu cérebro se devia encontrar na UCI do hospital mais próximo. Note-se a quantidade estúpida de vezes que escrevi a expressão "a parte". Ridículo. Absolutamente RIDÍCULO.

21 de janeiro de 2011

Ricky Gervais

Digam o que disserem, o homem é fenomenal. Desde a crítica do "Breakfast for Charlie Sheen" ao poster do "Sexo e a Cidade" e a sua equipa de airbrushers, à parte do "Eu estou a criticar O Turista, mas ainda nem sequer o vi...mas também, quem é que já viu?", achei genial. Vá, exagerou um bocado na parte "ai-que-o-velho-é-tão-nojento-deixem-me-vomitar-aqui-para-o-lado", e não tenho bem a certeza sobre a parte do "And thank God for making me an atheist" (a justificação no vídeo abaixo), mas levou os Golden Globes a um patamar que eles não possuíam. Os actores não precisam de ninguém que lhes diga que são brilhantes. Para isso já existem os prémios. 

Aqui está a justificação do senhor no programa de Piers Morgan, CNN, sobre a parte a parte religiosa da coisa.
Para os que tiverem a oportunidade, vejam a entrevista completa, it's well worth your time!