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| Marylin Monroe |
4 de dezembro de 2010
Odeio odeio odeio
3 de dezembro de 2010
Fase de Recobro
Este blog acabou de sofrer uma intervenção cirúrgica. Está ainda com algumas nódoas-negras, nada que um pouco de maquilhagem não resolva.
Finda a operação, vi logo que tinha ficado bonito e com um ar sereno e rejuvenescido: é o que se pretende. Porque a vida também precisa de ser serena de vez em quando, e o que eu escrevo já é demasiado parvo.
Obrigada à J. que me indicou o nome do cirurgião e a sua morada!
Finda a operação, vi logo que tinha ficado bonito e com um ar sereno e rejuvenescido: é o que se pretende. Porque a vida também precisa de ser serena de vez em quando, e o que eu escrevo já é demasiado parvo.
Obrigada à J. que me indicou o nome do cirurgião e a sua morada!
2 de dezembro de 2010
O Universo está a cobrar-me o favor...
Hoje foi um daqueles dias em que definitivamente não devia ter tomado a intrépida decisão de por sequer o dedo mindinho fora da cama. Enquanto as duas horinhas de aula de condução até que nem correram mal, quando foi a hora de ficar na estação apercebe-mo-nos que não conseguíamos estacionar em lado nenhum. Acabámos por estacionar quase enfiados num poste em frente a uma garagem, tendo o instrutor pulado o travão de mão para saltar logo para o meu lugar e tirar dali o carro antes que ficasse sem a traseira. Muito bem, crisis averted. Chego à estação, ah e tal ainda tenho passe. Pois tinha, dentro do bolso do casaco que ficou em casa! Ainda pensei "É hoje que eu vou à pala" mas sabe-se lá como, o Universo não me quis fazer entrar em despesas de maior pela quadra natalícia e decidiu por uma vozinha a dizer-me "compra lá o bilhete sff". Uma estação depois, lá estava eu a dar o bilhete ao fiscal (menos mal!). Esqueci-me de dizer que eu entrei no comboio na esperança de me escapar à mamã e seus 3 filhotes de etnia cigana que, embora não tivesse nada pessoal contra eles, têm a afamada reputação de fazer um cagaçal enorme por onde quer que passem (não estes em particular... mas quando são pequeninos especialmente). Bem dito, bem feito. Lá estavam eles pregados ao meu lado, enquanto a menina (que não devia ter muito mais de 8 anos) passou meia hora a dizer à mãe "Mãe, dá-me um êro!" entre berros e lágrimas de crocodilo e lambadas da mãe que não estava para brincadeiras. Cala-se a miuda, abre o berreiro o irmão porque queria sabe-se lá o quê, mais umas chapadas da mãe, o puto levanta-se e vai fazer confusão para o andar de cima enquanto a mãe berra cá de baixo "Anda cá Jaqué!" (please..Jaqué?! Seria Joaquim?). Um telefonema lá arrancou os 4 (sim, havia uma pequenita que só se via que era cigana porque estava com eles e não devia lavar o cabelito vai para quinze dias, porque era mais loira e branquinha que a princesa Diana) do comboio. Pensando Turtle Maria que estava findo o seu inferno, entram uns manos (que lá está, nada de pessoal contra eles...mas caramba!) a fazer igual cagaçal mesmo ao meu lado, entre o qual se ouviu uma frase de uma rapariga enquanto mexia na cabeça de um rapaz "Estás cheio de esperma" :| . Felizmente que a sandes de atum comida à pressa já devia ir depois do duodeno, que senão acho que tinha vindo ver se estava a chover. Chego à faculdade, atrasada, não me conseguiram guardar lugar e o único em que me conseguia enfiar era mesmo à frente do prof (coisa de meia hora depois consegui escapulir-me para outro). Saio da aula, tenho fome, vou pedir uma tosta mista e pedem-me o horror de 1,70€ por uma coisa do tamanho de um Panrico que ainda por cima estava mal tostada. Vou ao telemóvel, tenho o ecrã touch todo desconfigurado e nem o pin consigo marcar. Damn it! Enquanto faço a viagem de volta tento desesperadamente que funcione, desisto. Vou à procura do mp4... estava a fazer companhia ao passe dentro do bolso do outro casaco. Chego a estação final, um frio de congelar tudo o que mexa. Ao menos cheguei a casa e aqueci, e sabe-se lá como, consegui resuscitar o telemóvel.
Só há uma conclusão: There is a God. É ele que me fez ter este dia para pagar o facto de não ter de ir a exame prático :D
29 de novembro de 2010
Pensamentos que me assaltam #2
Ai Turtle, se tu não te consegues convencer a tirar uma miserável hora de um dia em que resolveste não sair de casa e fazer maratona de How I Met Your Mother para resolver uma dúzia de exercícios, então não sei como te vais virar quando forem os exames. Não há Oreos no mundo que cheguem!
27 de novembro de 2010
Normalidade
Eu prometi que ia ver ao dicionário, mas como sou a lei do menor esforço, espetei com isso no Google.
Resultados:
1. normalidade é uma forma de expressar a concentração. Esta é calculada através do quociente entre o número de equivalente-grama (eg) de soluto dissolvidos e o volume de solução em litros.

Confesso que nem me lembrei disto. Mas tinha a obrigação de me lembrar. Cabeça fraca... Mas por esta teoria, até seria uma pessoa com uma normalidade relativamente elevada, já que o meu volume é diminuído pelos factores "largura" e "profundidade"...enfim!
2. Normalidade é um estado padrão, normal, que é considerado correcto, justo sob algum ponto-de-vista. É o oposto da anormalidade. A normalidade muitas vezes se dá por conta de uma maioria em comum, sendo anormal aquele que contraria esta maioria. A normalidade também se dá por um resultado padrão ao realizar uma operação com alta probabilidade de se repetir.
Sendo assim, sou incorrecta, injusta sob algum ponto-de-vista, o oposto de normal, sou uma minoria, e quem me contraria é normal. Não existe tão pouco probabilidade de se repetir a façanha de nascer alguém como eu.
Dito isto, fico feliz por ser ANORMAL com um quociente de normalidade elevado!
Resultados:
1. normalidade é uma forma de expressar a concentração. Esta é calculada através do quociente entre o número de equivalente-grama (eg) de soluto dissolvidos e o volume de solução em litros.

Estendo a passadeira vermelha para...
Eu sempre tive um feeling que esta história da minha tendência exacerbada para me desviar da normalidade (Mas afinal o que é isso? Vou ver no dicionário) um dia me iria meter em assados. Meus caros, hoje foi o dia. Assado de selo da MissMurder, que seja :)
Ora bem, first things first (mais um símbolo inequivocável da minha anormalidade, não saber dizer duas seguidas sem uma ser em inglês - tenho de ver se há cura para isto, está a tornar-se dramático), por isso vou cumprir com as exigências de resgate do selo impostas pela senhora de cabelo flamejante:
1- No dia em que o publicarem vão ter de fazer alguma coisa que não seja considerada normal.
Bem, espero que isto conte... estando eu há uns minutos a brincar com o supositório que preparei numa aula (só esta parte já não deve ser considerada muito normal, mas adiante), este sai-me disparado da mão, bate na mesa, faz uma pirueta e aterra, em pé, no sítio exacto onde eu o ia colocar, que era praí a uns 40cm da minha mão. Não faço outra tão cedo!
2 - Explicarem qual a razão de terem criado um Blog e se de facto a opinião dos outros ao que vocês escrevem é de todo preponderante ou influencia de algum modo a vossa escrita.
A criação deste devaneio electrónico veio da minha necessidade de poder despejar aquilo que as pessoas normalmente nunca teriam a paciência para ouvir. Para mim era simples: eu escrevia e quem quisesse lia, mas eu ficava com a alma lavada. Mas acima de tudo, uns posts mais tarde, descobri que ter um blog é muito mais que isso, independentemente das visitas ou comentários que se tem: é verdadeiramente terapêutico. Colocar as coisas em palavras pode ser tão doloroso como senti-las, mas é ao mesmo tempo libertador e tem a vantagem de poder ser um segredo exposto à vista dos conselhos do mundo. Por isso sim, o que dizem do que escrevo influencia-me, nem que seja o humor quando me escrevem uma piada, e dá-me vontade de publicar logo uma teoria mirabolante daquelas que andam aqui enterradas no meu cérebro. Se me chateio por ninguém comentar ou algo do género? Longe disso. Os silêncios também contam histórias.
Ora bem, first things first (mais um símbolo inequivocável da minha anormalidade, não saber dizer duas seguidas sem uma ser em inglês - tenho de ver se há cura para isto, está a tornar-se dramático), por isso vou cumprir com as exigências de resgate do selo impostas pela senhora de cabelo flamejante:
1- No dia em que o publicarem vão ter de fazer alguma coisa que não seja considerada normal.
Bem, espero que isto conte... estando eu há uns minutos a brincar com o supositório que preparei numa aula (só esta parte já não deve ser considerada muito normal, mas adiante), este sai-me disparado da mão, bate na mesa, faz uma pirueta e aterra, em pé, no sítio exacto onde eu o ia colocar, que era praí a uns 40cm da minha mão. Não faço outra tão cedo!
2 - Explicarem qual a razão de terem criado um Blog e se de facto a opinião dos outros ao que vocês escrevem é de todo preponderante ou influencia de algum modo a vossa escrita.
A criação deste devaneio electrónico veio da minha necessidade de poder despejar aquilo que as pessoas normalmente nunca teriam a paciência para ouvir. Para mim era simples: eu escrevia e quem quisesse lia, mas eu ficava com a alma lavada. Mas acima de tudo, uns posts mais tarde, descobri que ter um blog é muito mais que isso, independentemente das visitas ou comentários que se tem: é verdadeiramente terapêutico. Colocar as coisas em palavras pode ser tão doloroso como senti-las, mas é ao mesmo tempo libertador e tem a vantagem de poder ser um segredo exposto à vista dos conselhos do mundo. Por isso sim, o que dizem do que escrevo influencia-me, nem que seja o humor quando me escrevem uma piada, e dá-me vontade de publicar logo uma teoria mirabolante daquelas que andam aqui enterradas no meu cérebro. Se me chateio por ninguém comentar ou algo do género? Longe disso. Os silêncios também contam histórias.
25 de novembro de 2010
Adam Lambert



Sou só eu que acho que este rapaz está numa enorme crise de identidade? Quem olha, vê um emo a atirar sabe-se-lá-bem-para-o-quê. Quem ouve, ouve música pop. Adam, em que raio de confusão estás tu metido? Larga o black eyeliner, o verniz preto das unhas. Talvez aí vejam quem tu és. Talvez aí vejas quem tu próprio és.
Ou se calhar és assim mesmo, indefinido. (E quem sou eu para dizer o que quer que seja.)
Pena que já estejas humm....partido.
22 de novembro de 2010
Declaro que...
...Não gosto de ler artigos científicos. É disso e de mousse de chocolate instantânea.
20 de novembro de 2010
Pensamentos que me assaltam #1
Aviso: este pensamento invadiu-me depois de ler este post da CurlyGirl :)
Uma vez ouvi, já não sei bem onde, que "Uma mulher não almeja ter um homem perfeito, porque assim já não teria nada para mudar nele."
Se é verdade que nos deitamos em crianças a pensar no Príncipe Encantado, sem defeitos absolutamente nenhuns, também o é que nos dá um gozo enorme saber que fomos nós as responsáveis por ter "endireitado" o homem da nossa adoração, de saber que fizemos parte da vida dele, que deixamos a nossa marca para além daquela que é visível apenas para ele, mas uma que seja visível também quem observa de fora. De saber que ao nosso lado, evoluiu. Ou então talvez seja o jogo. Talvez seja o desafio. Não sei.
"Tão perfeito que até irrita" - também já ouvi isto em qualquer lado.
Quanto a mim, não quero alguém perfeito, simplesmente pelo facto de que essa pessoa me iria lembrar do quão imperfeita eu sou. Prefiro "imperfeitos, desajeitados, quezilentos, teimosos, mas felizes para sempre" do que apenas um "viveram felizes para sempre" sem mais histórias pelo meio para contar. Porque é das histórias, que vêm dos nossos defeitos, que é feita a NOSSA História. Aquela que nos é querida, aquela que, ao relembrar, nos faz ver que não apenas existimos... mas que vivemos. Parvos, mas felizes.
Uma vez ouvi, já não sei bem onde, que "Uma mulher não almeja ter um homem perfeito, porque assim já não teria nada para mudar nele."
Se é verdade que nos deitamos em crianças a pensar no Príncipe Encantado, sem defeitos absolutamente nenhuns, também o é que nos dá um gozo enorme saber que fomos nós as responsáveis por ter "endireitado" o homem da nossa adoração, de saber que fizemos parte da vida dele, que deixamos a nossa marca para além daquela que é visível apenas para ele, mas uma que seja visível também quem observa de fora. De saber que ao nosso lado, evoluiu. Ou então talvez seja o jogo. Talvez seja o desafio. Não sei.
"Tão perfeito que até irrita" - também já ouvi isto em qualquer lado.
Quanto a mim, não quero alguém perfeito, simplesmente pelo facto de que essa pessoa me iria lembrar do quão imperfeita eu sou. Prefiro "imperfeitos, desajeitados, quezilentos, teimosos, mas felizes para sempre" do que apenas um "viveram felizes para sempre" sem mais histórias pelo meio para contar. Porque é das histórias, que vêm dos nossos defeitos, que é feita a NOSSA História. Aquela que nos é querida, aquela que, ao relembrar, nos faz ver que não apenas existimos... mas que vivemos. Parvos, mas felizes.
14 de novembro de 2010
Overload de Burocracia
Assunto: Formulários para preencher para candidatura a bolsa de estudo
Eu até percebo que queiram evitar que pessoas que têm dinheiro para construir uma casa em cada praia do país venham requerer dinheiro ao Estado para andar a estudar, mas isto já se torna ridículo.
Eles querem saber quanto dinheiro tenho de acções no banco, quanto tinha na conta à ordem e a prazo, os juros que auferi no tal ano, a marca do carro, o ano de fabrico e o seu valor comercial, perguntam-me TUDO o que tenho... mas não querem saber do que gasto. Coisinha insignificante, com certeza...
Juro que qualquer momento estava a espera de ver o seguinte formulário:
Cuecas que usou no dia 31 de Dezembro de 2009
Marca das ditas cuecas:
Modelo das ditas cuecas:
Cor das ditas cuecas:
Estado de conservação das ditas cuecas:
Valor Comercial (para o caso de algum dia as querer vender): _____€
Pagas pelo requerente ou por algum membro do agregado familiar? Sim Não
Oferecidas por algum membro do agregado familiar ou eventual cônjuge ou similar? Sim Não
Se Sim, por quem? ______________
Vêm-se quando usa vestidos de malha?
Aufere algum rendimento do uso das ditas cuecas?
Percentagem de posse das ditas cuecas: ___ %
As ditas cuecas estão cotadas na bolsa? Sim Não
Se sim, qual o valor comercial de cada acção?___€
As ditas cuecas são de uso permanente ou esporádico?
Solicita complemento de bolsa para a compra de novas cuecas? Sim Não
Ridículo, eu sei. Mas é que só faltava mesmo isto!
Eu até percebo que queiram evitar que pessoas que têm dinheiro para construir uma casa em cada praia do país venham requerer dinheiro ao Estado para andar a estudar, mas isto já se torna ridículo.
Eles querem saber quanto dinheiro tenho de acções no banco, quanto tinha na conta à ordem e a prazo, os juros que auferi no tal ano, a marca do carro, o ano de fabrico e o seu valor comercial, perguntam-me TUDO o que tenho... mas não querem saber do que gasto. Coisinha insignificante, com certeza...
Juro que qualquer momento estava a espera de ver o seguinte formulário:
Cuecas que usou no dia 31 de Dezembro de 2009
Marca das ditas cuecas:Modelo das ditas cuecas:
Cor das ditas cuecas:
Estado de conservação das ditas cuecas:
Valor Comercial (para o caso de algum dia as querer vender): _____€
Pagas pelo requerente ou por algum membro do agregado familiar? Sim Não
Oferecidas por algum membro do agregado familiar ou eventual cônjuge ou similar? Sim Não
Se Sim, por quem? ______________
Vêm-se quando usa vestidos de malha?
Aufere algum rendimento do uso das ditas cuecas?
Percentagem de posse das ditas cuecas: ___ %
As ditas cuecas estão cotadas na bolsa? Sim Não
Se sim, qual o valor comercial de cada acção?___€
As ditas cuecas são de uso permanente ou esporádico?
Solicita complemento de bolsa para a compra de novas cuecas? Sim Não
Ridículo, eu sei. Mas é que só faltava mesmo isto!
12 de novembro de 2010
Time on my own
Adoro pessoas, apesar de às vezes me desiludirem. Adoro estar em movimento, em convívio, apesar de me dizerem que às vezes consigo ser um bicho-do-mato. Adoro ter memórias de pessoas, do que se disse, das asneiras que se fizeram, dos actos irreflectidos, daquele cigarro que se fumou enquanto se jogava às cartas. Mas por muito que goste de risos e gargalhadas sonoras, de saídas e cafés demorados à noite, também preciso de um pouco de tempo só comigo e com as minhas confusões mentais. Porque só consigo ser "eu" para os outros se tiver tempo para ser "eu" comigo própria. E já confundi tudo outra vez.
7 de novembro de 2010
1 de novembro de 2010
Cama e Bolo de Chocolate
Não terei muitas mais tardes destas. Daqui a umas semanas (ou já neste fim-de-semana, conhecendo as lides da casa) vou substituir o calor da cama com o edredão de penas pelo braseiro que chega ao sofá em frente à lareira de labaredas dançantes. Hipnotiza-me, o fogo, como mais nada o faz. O ilusionismo das cores inunda-me os olhos e o crepitar assobia-me aos ouvidos, enquanto o seu calor me preenche as minhas everlasting mãos enregeladas. Daqui a um tempo sei que vou estar a convencer a minha mãe a ir fazer chá e torradas para comer em frente à TV e a comprar-me chocolates em forma de estrelas do mar. Daqui a um tempo sei que vou começar a pensar no que RAIO vou oferecer pelo Natal (é nestes momentos que eu me recordo da felicidade que era acreditar no Pai Natal), que as férias estão quase a chegar, que tenho de saber as músicas da banda porque vou ao concerto deles e que os exames estão à porta. Mas, por enquanto, limito-me a deixar-me ficar pela minha doce e confortável cama, enquanto me lambuzo com duas grossas fatias de bolo de chocolate e vejo aqueles filmes que já toda a gente que se preza viu e eu não. Para ser perfeito, só faltava mesmo a chuva lá fora, que sei que não vai resistir a dar ares de sua graça por muito tempo (embora saiba que quando chover eu vou amaldiçoar quem me aparecer à frente só porque tenho os dedos dos pés ensopados). Por agora...há que aproveitar enquanto dá!
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