Woody Allen. Não sei se estava no seu melhor ou pior, porque esta vossa ignorante não se lembra de ter visto mais filmes do incontornável, apenas de ler as suas citações. Não vos vou dizer que fiquei louca pelo filme (que ao início é desgastante porque levamos com 15min das filosofias típicas de Allen sobre o Cristianismo e Marxismo, o que concordando ou não com ele, cansa), mas adorei sim, a filosofia do filme. Whatever works. Porque por mais trilhos feitos pela sociedade sobre o certo e o errado, o que é aceitável ou conveniente, o importante é fazer o que resulta para nós e não o que os outros acham que nós devemos fazer (talvez isto explique a minha tendência para não seguir os conselhos que me dão). As pessoas não precisam de ser iguais para serem tudo um para o outro, não precisam de ser da mesma idade, esfera social, com QI aproximado ou sequer heterossexuais ou monógamas. Porque eu não sou sou igual aos outros e o que é certo para mim pode ser abominável para a minha melhor amiga. O que importa, é que funcione!
Bottom line, whatever works is fine by me!
7 de setembro de 2010
4 de setembro de 2010
Being Drunk
Local: Festa das Vindimas, Palmela
Companhia: boa gente e duas garrafas de Moscatel
State of mind: a precisar de uma bebedeira
Reflectindo nas parvoeiras que iria escrever neste post, descobri que já passei por pelo menos 4 tipos de bebedeira:
1- Bededeira Pezinhos-de-lã: aquela que mal se dá conta que se está a ficar quente, já se corre para o wc mais próximo
2- Bebedeira Estou-Tão-Feliz-Que-Já-Não-Tenho-Noção-Do-Que-Me-Sai-Pela-Boca-Fora: aquela em que só rimos e rimos e rimos e dizemos coisas que noutro estado nunca teríamos coragem de dizer
3- Bebedeira Depressiva: não importa o que bebeste, vais acabar a chorar e bem
4- Bebedeira Revelação: para esta convém ter molhado bem a garganta. É uma mistura com a Bebedeira Depressiva, mas esta tem resultados magníficos, dá uma luz diferente ao que nos fez imitar uma Madalena arrependida, em vez de nos limitarmos a dizer "mas porquê eu?!?" como na Depressiva.
A minha última foi do tipo 4. E valeu todas as gotinhas que ingeri e que mais tarde me deram aquela ressaca. Nunca eu pensei que uma bebedeira fosse melhor que um psicólogo. Ensinou-me a Teoria da Relatividade melhor que o próprio Einstein o poderia ter feito, e o lâcher prise melhor que qualquer pessoa minimamente espiritual. Porque as coisas só têm a importância que nós lhes damos. And I'm slowly letting go.
Companhia: boa gente e duas garrafas de Moscatel
State of mind: a precisar de uma bebedeira
Reflectindo nas parvoeiras que iria escrever neste post, descobri que já passei por pelo menos 4 tipos de bebedeira:
1- Bededeira Pezinhos-de-lã: aquela que mal se dá conta que se está a ficar quente, já se corre para o wc mais próximo
2- Bebedeira Estou-Tão-Feliz-Que-Já-Não-Tenho-Noção-Do-Que-Me-Sai-Pela-Boca-Fora: aquela em que só rimos e rimos e rimos e dizemos coisas que noutro estado nunca teríamos coragem de dizer
3- Bebedeira Depressiva: não importa o que bebeste, vais acabar a chorar e bem
4- Bebedeira Revelação: para esta convém ter molhado bem a garganta. É uma mistura com a Bebedeira Depressiva, mas esta tem resultados magníficos, dá uma luz diferente ao que nos fez imitar uma Madalena arrependida, em vez de nos limitarmos a dizer "mas porquê eu?!?" como na Depressiva.
A minha última foi do tipo 4. E valeu todas as gotinhas que ingeri e que mais tarde me deram aquela ressaca. Nunca eu pensei que uma bebedeira fosse melhor que um psicólogo. Ensinou-me a Teoria da Relatividade melhor que o próprio Einstein o poderia ter feito, e o lâcher prise melhor que qualquer pessoa minimamente espiritual. Porque as coisas só têm a importância que nós lhes damos. And I'm slowly letting go.
31 de agosto de 2010
...
É bom que o pote de ouro esteja lá, incólume e reluzente, à minha espera... porque eu estou a chegar ao fim do meu arco-íris.
23 de agosto de 2010
Clarificações.
O tempo não cura absolutamente nada. O tempo relativiza os problemas, as incoerências, ensina a perdoar, desvanece os comentários ácidos e compensa-os com boas memórias.
O tempo não faz esquecer... o tempo enaltece o que houve de bom e enterra em sepultura superficial o que nos apodreceu.
O tempo esconde as lições duras que nos caíram em cima e nos deixaram desarmados, apenas para que nos possamos voltar a levantar e revitalizar corpo e,essencialmente, a mente. Com isto clarifica o que dantes nos parecia coberto por densas camadas de nevoeiro cerrado e torna visíveis as nódoas negras que nós teimamos em tapar. Aquelas que nem sabíamos que tínhamos, aquelas que nem julgávamos ser possível serem infligidas.
O tempo, meus amigos, não é o nosso maior aliado... mas é o melhor que temos.
O tempo não faz esquecer... o tempo enaltece o que houve de bom e enterra em sepultura superficial o que nos apodreceu.
O tempo esconde as lições duras que nos caíram em cima e nos deixaram desarmados, apenas para que nos possamos voltar a levantar e revitalizar corpo e,essencialmente, a mente. Com isto clarifica o que dantes nos parecia coberto por densas camadas de nevoeiro cerrado e torna visíveis as nódoas negras que nós teimamos em tapar. Aquelas que nem sabíamos que tínhamos, aquelas que nem julgávamos ser possível serem infligidas.
O tempo, meus amigos, não é o nosso maior aliado... mas é o melhor que temos.
6 de agosto de 2010
MURDER...on the beach
Subject: os lábios superior e inferior da Turtle
Motive: sobreuso das virtudes do sol ou subaproveitamento das do protector solar
Sentence: besuntadeira com o baton do cieiro mais potente que houver na gaveta de cima da mesinha de cabeceira e esperar que consiga abrir a boca em condições ainda algures esta semana
Reward: para quem tiver a ideia melhor para castigar o sol por me ter feito isto, sendo que eu sou uma Turtle muito inocente que nada de mal lhe fez. Multas, trabalho comunitário, uso obrigatório de sunguinha às riscas verticais pretas e brancas... ideias aceitam-se para castigar aquele devasso!
Motive: sobreuso das virtudes do sol ou subaproveitamento das do protector solar
Sentence: besuntadeira com o baton do cieiro mais potente que houver na gaveta de cima da mesinha de cabeceira e esperar que consiga abrir a boca em condições ainda algures esta semana
Reward: para quem tiver a ideia melhor para castigar o sol por me ter feito isto, sendo que eu sou uma Turtle muito inocente que nada de mal lhe fez. Multas, trabalho comunitário, uso obrigatório de sunguinha às riscas verticais pretas e brancas... ideias aceitam-se para castigar aquele devasso!
30 de julho de 2010
Facebook - o equivalente a um voyeur à janela com um par de binóculos em punho
Há um tempo uma amiga, depois de alguma manha bem direccionada e de ter tido a sorte de me apanhar num dia especialmente acessível a pedidos que sei que me vou arrepender, lá me conseguiu convencer a fazer um perfil no aclamado Facebook. Eu que já tinha o Hi5 e não ligava patavina àquilo, ainda me fui meter numa alhada pior. Passado o flip inicial de não conseguir fazer o perfil com a foto que queria, de não conseguir fazer comentários, de centenas de erros pelos quais o Facebook pedia muitas desculpas (e eu com uma vontade de as mandar todas juntinhas para um sítio - com os devidos asteriscos), lá consegui por o estaminé minimamente em pé. Turtle Maria, o que foste tu fazer?? Primeiro achei aquilo uma confusão. Depois de perceber a confusão (acho eu que percebi!), lá fiz um quizz ou outro engraçado que mal valeu as horas que perdi naquilo. Mas pondo o par maravilha Tico & Teco em funções, percebo que aquilo é realmente melhor que ter a vida exposta num jornal gratuito. Dão-se conta de namoros iniciados, acabados, interrompidos ou moribundos, sabemos onde as pessoas estão porque insistem em colocar lá todas as 3500 fotos do sítio, comentam a noite anterior como se tivesse sido a última da vida deles(as), sabemos do que gostam, do que não gostam, se têm muitos ou poucos amigos, onde vivem, caramba só falta dizerem "vou só ali ao WC, já volto"! Cada vez mais acho o "fb" (como diria uma amiga loira muito querida a quem prometi este post) uma invasão de privacidade permitida, onde uma alma minimamente dedicada consegue descobrir quase tudo o que quer (e às vezes o que não quer) sobre quem quiser. Para mim, aquilo só tem 5 utilidades:
1- Saber os aniversários das pessoas
2- Comentar uma foto ou outra de amigos para lhes aumentar a auto-estima e os fazer saber que não, Turtle não partiu a carapaça via atropelamento e não desapareceu do mapa
3- Ver a carinha laroca das mais recentes paixões de amigos e amigas, que isto de não ser socialite tem as suas desvantagens
4- Chamar "desaparecidos" aos amigos que já não vejo há que séculos, só para eles me dizerem que a desaparecida sou eu. Vá, até se combinam uns cafés assim, tenho de dar a mão à palmatória!
5- Jogar a umas coisas e fazer uns quizzes meio parvos quando não apetece dormir, sabendo que coçar a micose é coisa de "gajo"e Turtle não se dá a esses trejeitos.
Utilidades à parte, isto sempre dá para umas fofoquices na praia quando se tenta não ligar aos comentários que sabemos que aqueles dois tipos da frente, que pensávamos ser um parzinho mal formado de gays, afinal estão há que tempos a tecer sobre nós, os ignóbeis!
Espero que a minha vizinha, o jornal aqui do bairro, nunca se lembre de fazer um perfil. Acreditem, se fizer, o mundo vai saber a cor das vossas cuecas!
P.S.: isto das cuecas não é assim tão descabido quanto isso. Coloquem no Google a palavra "facebook" e verifiquem quantas fotos vos aparecem de meninas com a lingerie mais à vista do que desejariam. Já fizeram? Agora imaginem o olhar escandalizado aqui da Turtle quando tentava apenas encontrar uma inocente imagem para ilustrar o post :)
1- Saber os aniversários das pessoas
2- Comentar uma foto ou outra de amigos para lhes aumentar a auto-estima e os fazer saber que não, Turtle não partiu a carapaça via atropelamento e não desapareceu do mapa
3- Ver a carinha laroca das mais recentes paixões de amigos e amigas, que isto de não ser socialite tem as suas desvantagens
4- Chamar "desaparecidos" aos amigos que já não vejo há que séculos, só para eles me dizerem que a desaparecida sou eu. Vá, até se combinam uns cafés assim, tenho de dar a mão à palmatória!
5- Jogar a umas coisas e fazer uns quizzes meio parvos quando não apetece dormir, sabendo que coçar a micose é coisa de "gajo"e Turtle não se dá a esses trejeitos.
Utilidades à parte, isto sempre dá para umas fofoquices na praia quando se tenta não ligar aos comentários que sabemos que aqueles dois tipos da frente, que pensávamos ser um parzinho mal formado de gays, afinal estão há que tempos a tecer sobre nós, os ignóbeis!
Espero que a minha vizinha, o jornal aqui do bairro, nunca se lembre de fazer um perfil. Acreditem, se fizer, o mundo vai saber a cor das vossas cuecas!
P.S.: isto das cuecas não é assim tão descabido quanto isso. Coloquem no Google a palavra "facebook" e verifiquem quantas fotos vos aparecem de meninas com a lingerie mais à vista do que desejariam. Já fizeram? Agora imaginem o olhar escandalizado aqui da Turtle quando tentava apenas encontrar uma inocente imagem para ilustrar o post :)
26 de julho de 2010
Doppelganger - uma maneira esquisita de dizer sósia
Esta palavra, estranha até mais não, chegou-me aos ouvidos através da série How I Met Your Mother. No ultimo episódio da 5ª temporada, o Ted disse à Robin que nós próprios somos os nossos doppelgangers... porque a vida nos faz mudar por dentro, mantendo a embalagem exterior aparentemente intacta. Ted, és o meu novo herói, mesmo como cabelo loiro. A Turtle de hoje é uma doppelganger da Turtle daqui há uns tempos atrás... o espelho mostra a mesma cara, mas o que cá mora dentro já não é a mesma pessoa. Espero que esta pessoa seja melhor. It shouldn't be that hard.
25 de julho de 2010
23 de julho de 2010
Só o meu pai!
Pois é, afinal não sou só eu que tenho a mioleira toda frita, há mais na família quem padeça do mesmo. Deve ser genético, suponho. Está uma pessoa a ver tv à hora de jantar quando eis que aparece um homem montado numa avestruz. Quando já eu acabei de me rir com a figura do dito senhor, o meu querido pai remata com um "Ele está a cavalo na avestruz!".
E isto, é a minha hora de jantar.
E isto, é a minha hora de jantar.
21 de julho de 2010
Mais uma Teoria
A salvação da raça humana não são as vacinas, não são as curas para as doenças ou a resolução para os conflitos e guerrilhas. A única razão pela qual a raça humana ainda não está extinta, é meus senhores e minhas senhoras, a PACIÊNCIA DAS MULHERES para aturar os homens. E todas as suas diarreias mentais. E esta é a razão pela qual a natalidade está a cair a pique... é que não há quem os ature!
Como as coisas me ficam na cabeça
Se houve coisa que entranhou nos últimos dias, foi esta música e o estranho efeito que ela me provoca. Sim, o efeito é este mesmo, mas na versão feminina como é óbvio. Sem motivos. E com a figura triste inerente, sim, eu tenho perfeita noção disso.
Mais uma música que vai ficar guardada na minha estante virtual de dias. Há quem lembre os dias pela data, pelos cheiros, pela notícia que deu no telejornal. Eu lembro-me dos dias pela música que acordei a cantarolar nessa manhã. E é assim que eu gosto.
13 de julho de 2010
Fuga...
...cidade.
é de momentos fugazes
estrelas cadentes
sorrisos vivazes
palavras ternas e genuínas
que é feita a felicidade.
O difícil é apanhar esses momentos que se escapulem por entre os dedos, as horas que parecem segundos e as semanas que parecem horas. Nas férias gosto de andar sem relógio para, como as crianças, não ter noção do tempo que já não volta mais. Para comer quando tenho fome, acordar quando o sonho acaba e ir dormir quando os olhos já precisam de um bom par de palitos para se manterem escancarados. Planear a vida no máximo ate 3 dias para ainda ter a sensação de que estou sempre livre, não me importar se tenho algum cabelo fora do sitio (que vendo bem, afinal já pouco me importo, por isso a diferença é quase nula), apreciar o sol e as sandálias enquanto não tenho de voltar a encarar a gaveta das camisolas grossas que me sufocam. Não estou à espera de estar feliz a cada segundo de cada hora de cada dia. Espero ter momentos que me façam feliz, mesmo que durem pouco, mas que os seus efeitos se façam sentir até ao próximo momento fugaz. Porque neste momento, até a fugacidade de gelado me faz feliz. Deve ser do calor e de estar FINALMENTEEEEEE de férias, não liguem :P
6 de julho de 2010
Instinto.
Sharon Stone em Instinto Básico 2
Animal. Maternal. De mulher. Dedo mindinho.Chamem-lhe o que quiserem, mas não podemos viver sem ele. É graças a ele que sobrevivemos, quer a uma panela demasiado quente quer a situações das quais nos temos de desenvencilhar e que ninguém teve a brilhante ideia de nos ensinar o caminho de saída daquele labirinto qual beco escuso. Quantas vezes acontece sabermos que, por muito que todo o nosso ser grite por fazer algo (sei lá, mandar uma tirada menos simpática, despedirmo-nos do trabalho, ficar extremamente possuído com alguém porque nos fez, no nosso entender, isto ou aquilo...) há aquele grilo como o do Pinóquio (sim, eu sei que esse era a consciência) que inexplicavelmente vai contra toda a nossa vontade e nos trava a língua ou nos faz largar o telemóvel? Só para depois descobrir que afinal, não tinhamos qualquer razão para all that fuss. Tem-me acontecido taaaantas vezes ultimamente. E eu fico tão feliz quando é ele trava os dissabores que decorreriam caso desse atenção ao meu hemisfério esquerdo quando ele teima em perceber tudo ao contrário.
3 de julho de 2010
Sunshine, lollipops and rainbows
Só este meu estado feliz estapafúrdico para me fazer lembrar desta musica!
2 de julho de 2010
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