Pois é, afinal não sou só eu que tenho a mioleira toda frita, há mais na família quem padeça do mesmo. Deve ser genético, suponho. Está uma pessoa a ver tv à hora de jantar quando eis que aparece um homem montado numa avestruz. Quando já eu acabei de me rir com a figura do dito senhor, o meu querido pai remata com um "Ele está a cavalo na avestruz!".
E isto, é a minha hora de jantar.
23 de julho de 2010
21 de julho de 2010
Mais uma Teoria
A salvação da raça humana não são as vacinas, não são as curas para as doenças ou a resolução para os conflitos e guerrilhas. A única razão pela qual a raça humana ainda não está extinta, é meus senhores e minhas senhoras, a PACIÊNCIA DAS MULHERES para aturar os homens. E todas as suas diarreias mentais. E esta é a razão pela qual a natalidade está a cair a pique... é que não há quem os ature!
Como as coisas me ficam na cabeça
Se houve coisa que entranhou nos últimos dias, foi esta música e o estranho efeito que ela me provoca. Sim, o efeito é este mesmo, mas na versão feminina como é óbvio. Sem motivos. E com a figura triste inerente, sim, eu tenho perfeita noção disso.
Mais uma música que vai ficar guardada na minha estante virtual de dias. Há quem lembre os dias pela data, pelos cheiros, pela notícia que deu no telejornal. Eu lembro-me dos dias pela música que acordei a cantarolar nessa manhã. E é assim que eu gosto.
13 de julho de 2010
Fuga...
...cidade.
é de momentos fugazes
estrelas cadentes
sorrisos vivazes
palavras ternas e genuínas
que é feita a felicidade.
O difícil é apanhar esses momentos que se escapulem por entre os dedos, as horas que parecem segundos e as semanas que parecem horas. Nas férias gosto de andar sem relógio para, como as crianças, não ter noção do tempo que já não volta mais. Para comer quando tenho fome, acordar quando o sonho acaba e ir dormir quando os olhos já precisam de um bom par de palitos para se manterem escancarados. Planear a vida no máximo ate 3 dias para ainda ter a sensação de que estou sempre livre, não me importar se tenho algum cabelo fora do sitio (que vendo bem, afinal já pouco me importo, por isso a diferença é quase nula), apreciar o sol e as sandálias enquanto não tenho de voltar a encarar a gaveta das camisolas grossas que me sufocam. Não estou à espera de estar feliz a cada segundo de cada hora de cada dia. Espero ter momentos que me façam feliz, mesmo que durem pouco, mas que os seus efeitos se façam sentir até ao próximo momento fugaz. Porque neste momento, até a fugacidade de gelado me faz feliz. Deve ser do calor e de estar FINALMENTEEEEEE de férias, não liguem :P
6 de julho de 2010
Instinto.
Sharon Stone em Instinto Básico 2
Animal. Maternal. De mulher. Dedo mindinho.Chamem-lhe o que quiserem, mas não podemos viver sem ele. É graças a ele que sobrevivemos, quer a uma panela demasiado quente quer a situações das quais nos temos de desenvencilhar e que ninguém teve a brilhante ideia de nos ensinar o caminho de saída daquele labirinto qual beco escuso. Quantas vezes acontece sabermos que, por muito que todo o nosso ser grite por fazer algo (sei lá, mandar uma tirada menos simpática, despedirmo-nos do trabalho, ficar extremamente possuído com alguém porque nos fez, no nosso entender, isto ou aquilo...) há aquele grilo como o do Pinóquio (sim, eu sei que esse era a consciência) que inexplicavelmente vai contra toda a nossa vontade e nos trava a língua ou nos faz largar o telemóvel? Só para depois descobrir que afinal, não tinhamos qualquer razão para all that fuss. Tem-me acontecido taaaantas vezes ultimamente. E eu fico tão feliz quando é ele trava os dissabores que decorreriam caso desse atenção ao meu hemisfério esquerdo quando ele teima em perceber tudo ao contrário.
3 de julho de 2010
Sunshine, lollipops and rainbows
Só este meu estado feliz estapafúrdico para me fazer lembrar desta musica!
2 de julho de 2010
Cicatrizes
E porque o Verão obriga a vestimentas mais reveladoras, lá veio o calção curto aqui da Turtle fazer uma aparição pública. Foi tão pública que duas pessoas repararam numa cicatriz que o meu joelho carrega há já muitos anos, tantos que já quase não me lembro de me ver sem ela. Sim, é grande. Sim, é completamente inestética. Mas é minha. Faz parte da minha história, faz-me lembrar outros tempos e uma criaturinha de 4 patas com a qual, muito infelizmente, já não posso voltar a fazer a mesma corrida desvairada que me ofereceu a tal cicatriz (e o cabo dos trabalhos dolorosos, porque eu sou a pieguice em pessoa, que foi para curar a ferida que lá morava antes dela). Aqui há uns anos, surgiu a ideia de a retirar. Neguei naquele dia, e nego hoje. Eu sei que é feia, eu sei que não fica bem. Mas como tantas outras cicatrizes, essas de outro cariz, esta entranhou-se e tem a sua razão para lá estar. As cicatrizes servem para não esquecermos, até porque normalmente acontecem quando estamos a fazer algo que gostamos muito... quer seja subir a uma árvore ou por gostar demasiado de alguém que nos desilude de alguma forma, seja familiar, amigo ou algo mais. As cicatrizes são o nosso álbum de fotografias privado... sabemos sempre a história por detrás delas, mas só a contamos se quisermos. Servem para nos lembrarmos de quem fomos, quem somos, e em quem por causa delas nos tornámos.
E é por isso que nunca a vou retirar. Porque quem esquece a história, está condenado a repeti-la.
30 de junho de 2010
Ângulos
Entendo agora o que antes era
um emaranhado de fios
soltos
lutando por se explicar
Afinal talvez não entenda
mas fico feliz
por me enganar
a desfazer os nós
Porque sabe tão melhor
saber que a minha primeira ideia
estava afinal,errada
e que o nó visto de um outro ângulo
nunca esteve enleado.
21 de junho de 2010
A culpa é tua. Ou não.
Ora se houve alguma coisa que eu aprendi com o estudo da tão linda e maravilhosa História da Farmácia e da Terapêutica, é que a culpa é SEMPRE de alguém, e normalmente é de quem de quem? Nossa, como não poderia deixar de ser.
Ai estás doente? Então vamos lá ver porquê:
- Semeaste a discórdia entre pai e filho/mãe e filha/irmão e irmã/amigo e amiga? (ora, se for com o pai e a filha já não há problema, como é mais que óbvio!)
- Recusaste deixar partir o prisioneiro, tirar as correntes ao acorrentado? (deve ser muito comum entre os guardas prisionais... vá daí talvez não, a vontade de se verem livres deles também deve ser grande)
- Disseste "sim" em vez de "não"? (Disse. Queria um gelado, e depois?)
- Empregaste falsas balanças? (há de haver por aí muita mulher doente e nem sabe porquê!)
- Roubaste a roupa do teu próximo? (ora então estava ela tão lindinha estendida na corda...)
E a nossa personal favourite:
- Tiveste comércio com a mulher do teu próximo? (COMÉRCIO??? Já tinha ouvido chamar-lhe muita coisa, mas isto não é coisa de toma lá dá cá...or is it? Calma, que afinal estou a ver alguma lógica nisto!)
Dito isto, se não fizeste nada disto e estás doente, então foi porque de alguma maneira tiveste algum contacto com sujidade (tomei a decisão executiva de não mostrar isto à minha mãe, por motivos óbvios) ou se já nasceste doente, então a culpa é dos teus pais.
É como eu digo: os senhores da Mesopotâmia é que sabiam. Os outros que vieram a seguir é que não gostavam que se lhes descobrissem os podres e inventaram as bactérias e afins!
Ai estás doente? Então vamos lá ver porquê:
- Semeaste a discórdia entre pai e filho/mãe e filha/irmão e irmã/amigo e amiga? (ora, se for com o pai e a filha já não há problema, como é mais que óbvio!)
- Recusaste deixar partir o prisioneiro, tirar as correntes ao acorrentado? (deve ser muito comum entre os guardas prisionais... vá daí talvez não, a vontade de se verem livres deles também deve ser grande)
- Disseste "sim" em vez de "não"? (Disse. Queria um gelado, e depois?)
- Empregaste falsas balanças? (há de haver por aí muita mulher doente e nem sabe porquê!)
- Roubaste a roupa do teu próximo? (ora então estava ela tão lindinha estendida na corda...)
E a nossa personal favourite:
- Tiveste comércio com a mulher do teu próximo? (COMÉRCIO??? Já tinha ouvido chamar-lhe muita coisa, mas isto não é coisa de toma lá dá cá...or is it? Calma, que afinal estou a ver alguma lógica nisto!)
Dito isto, se não fizeste nada disto e estás doente, então foi porque de alguma maneira tiveste algum contacto com sujidade (tomei a decisão executiva de não mostrar isto à minha mãe, por motivos óbvios) ou se já nasceste doente, então a culpa é dos teus pais.
É como eu digo: os senhores da Mesopotâmia é que sabiam. Os outros que vieram a seguir é que não gostavam que se lhes descobrissem os podres e inventaram as bactérias e afins!
8 de junho de 2010
Copos de papel
Ahh como eu tenho saudades daquela inocência de quem fazia um copo de papel e ia para a rua à chuva (às escondidas da mãe, é claro!) à espera que ele enchesse...
Agora o papel teima em ter letras que me incomodam nos tais dias de chuva. E nos de sol. E hoje, que está nublado.
Hoje, o papel acumula-se em dossiers, em vez de se acumular na mesa da sala quando eu os enchia de bonecada.
Hoje, a bonecada é disfarçada num cantinho de uma folha repleta de gatafunhada que, supostamente, eu deveria saber.
Hoje faço muitas coisas que, quando o papel só servia para colorir, não podia fazer. Mas nessa altura, em que ainda existiam as canetas de feltro da Molin, eu fazia muitas coisas que hoje não posso (ou não devo) fazer.
Ah, saudades dos tempos dos copos de papel.
Agora o papel teima em ter letras que me incomodam nos tais dias de chuva. E nos de sol. E hoje, que está nublado.
Hoje, o papel acumula-se em dossiers, em vez de se acumular na mesa da sala quando eu os enchia de bonecada.
Hoje, a bonecada é disfarçada num cantinho de uma folha repleta de gatafunhada que, supostamente, eu deveria saber.
Hoje faço muitas coisas que, quando o papel só servia para colorir, não podia fazer. Mas nessa altura, em que ainda existiam as canetas de feltro da Molin, eu fazia muitas coisas que hoje não posso (ou não devo) fazer.
Ah, saudades dos tempos dos copos de papel.
14 de maio de 2010
Há alguma coisa mais irritante que isto?
Dizem que "uns morrem, outros ficam assim". É claro que há sempre o célebre "o que não mata, engorda". Bem, visto que o puto até é um lingrinhas, eu acho que isto vai mesmo acabar por matá-lo. Mas vamos esperar pelo melhor, sim?
PS: Para a próxima lembrem-me de não andar a vaguear pelo Youtube quando tenho coisas muito mais importantes para fazer. É que já se viu o resultado que dá...!
After-FARMO effects #4
Olhar para uma inocente garrafa de vodka e sentir o estômago a queimar com certas recordações. Acho que vou tirar férias do etanol durante uns tempos. Não te acerques de mim!
Vá... vamos fazer as pazes?
Vá... vamos fazer as pazes?
After-FARMO effects #3
Passar por um corredor da faculdade, olhar distraidamente para um cartaz com um titulo algo semelhante a "Elaborar medicamentos utilizando microondas" e pensar "Mas como é que estes gajos querem fazer medicamentos no microondas?!?!"
Triste. MUITO triste.
Triste. MUITO triste.
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